terça-feira, 8 de outubro de 2013

MÁFIA DO CÂNCER - A batata quente que já tá quase gelada e ninguém punido por surrupiar o dinheiro do povo. Depois dizem que não tem dinheiro para shows no parque a tarde para a família assistir. + uma Palhaça-pizza

Beatriz Dobashi culpa Mazina por dispensa de equipamento de radioterapia para HU

 
Evelin Araujo e Fernanda Kintschner
Fernanda Kintschner

Sob acusação de facilitar a privatização da radioterapia em Mato Grosso do Sul por ter negado o recebimento de um acelerador linear para o Hospital Universitário, a ex-secretária de Estado de Saúde Beatriz Dobahi culpou Leandro Mazina, ex-secretário Municipal de Saúde, pela rejeição do aparelho em oitiva na manhã desta segunda-feira (7) durante a CPI da Saúde.
“A dispensa foi feita por Mazina que estava representando o Estado em uma reunião do Ministério da Saúde”, declarou.
O vereador Alex do PT, membro da Comissão, falou que mesmo Dobashi culpando outra pessoa há indícios de que houve uma tentativa de dizer que Campo Grande não precisva dos aparelhos.
“Vou chamar um técnico para fazer levantamento e ver quanto de recurso seria necessário para construir uma estrutura pública para atender a oncologia, que a grande desculpa dos antigos gestores para não receber os aparelhos é essa”, argumentou.
Alex disse que, por alto, já calculou cerca de R$ 4 milhões. “O governo repassa R$ 9 milhões ao câncer e eles dizem que não há dinheiro para construir uma oncologia pública”, ironizou ao final da sessão da CPI de hoje.
 
http://www.midiamax.com.br/ultimas/?opt=ODc1NTExLDg3NTU2Myw4NzU1NTksODc1NDQ4
 
 

Policial também é humano...aliás, todos somos né...


Defensores dos Direitos Humanos

tentam visitar e ajudar policial

baleado por assaltante

 
Evelin Araujo e Tainá Jara
 
O CDDH (Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza), o CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), a OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso do Sul), a Pastoral Social da Arquidiocese de Campo Grande e o IBIS foram na tarde desta terça-feira (8) à Santa Casa para prestar solidariedade ao policial militar baleado no final de semana, mas ele havia recebido alta.
De acordo com a assessoria do hospital, o soldado da PM Wagner Pinheiro da Silva, alvejado por dois tiros em uma sorveteria na avenida Júlio de Castilho no Jardim Panamá em Campo Grande na noite deste domingo (7) recebeu alta às 11h29. O policial não precisou passar por cirurgia.
“Nós queremos ajudá-lo porque o Estado não custeia cerca de 30% do tratamento dos policiais nessas ocasiões. Ele tentou evitar uma fatalidade e ficou ferido, mas não recebe apoio e nós estamos aqui para prestar solidariedade”, disse o presidente do CDDH Paulo Ângelo de Souza.
Os representantes das entidades vão procurar a ACS (associação de Cabos e Soldados dos Bombeiros e da Polícia Militar) amanhã para saber o endereço do soldado e ajudá-lo.
“Eles acabam ficando desassistido, fazem de três a quatro jornadas, trabalham em viaturas quebradas. O Estado os coloca em risco e não ajuda”, disse Souza.
 Lairson Palermo, da CNBB, falou que ele também se solidariza pela questão da vistoria e uso das armas e fiscalização. “O armamento falhou. Precisamos verificar se essas armas estão sucateadas”, opinou.
O soldado da Polícia Militar Wagner Pinheiro da Silva, alvejado por dois tiros em uma sorveteria na avenida Júlio de Castilho no Jardim Panamá em Campo Grande na noite deste domingo (7), ainda está na Santa Casa. Ele tentou impedir um assalto na sorveteria momento em que levou dois tiros no tórax.
No momento da ação, o revólver do PM travou. Em reação o bandido então efetuou vários disparos, sendo que dois acertaram o soldado.
Posteriormente o ladrão fugiu na garupa da moto de um comparsa. Segundo testemunhas, o outro ladrão, esperava pelo autor na rua Flamingos. Ambos estavam em uma moto prata muito barulhenta.
O delegado Natanal Balduíno do 7° DP, informou que a Polícia Civil irá analisar imagens de circuitos internos de câmeras na região, na tentativa de identificar os autores.
 

TRABALHADOR UNIDO, TRABALHADOR FORTALECIDO

Greve dos bancários completa 19 dias, e sindicatos rejeitam proposta da Fenaban

  • Comando Nacional dos Bancários já enviou carta à entidade pedindo reformulação da proposta feita na sexta-feira, de aumento real de 0,97%
Roberta Scrivano (Email)
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Segurança do banco do Bradesco, na Praça Pio X Foto: Marcelo Carnaval / Agência O Globo
Segurança do banco do Bradesco, na Praça Pio X Marcelo Carnaval / Agência O Globo
SÃO PAULO — Sindicatos dos bancários decidiram, nesta segunda-feira, manter a paralisação do setor, que já dura 19 dias. Em assembleias, a categoria rejeitou a proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na última sexta-feira, de 0,97% de aumento real (equivalente a reajuste de 7,1%). O Comando Nacional dos Bancários já enviou à Fenaban um documento reafirmando “a necessidade de os bancos apresentarem uma nova proposta que de fato atenda às reivindicações econômicas e sociais” dos empregados.
Os sindicatos dos trabalhadores reivindicam 11,93% de reajuste (equivalente a aumento real de 5%). Além disso, pela proposta dos bancos, o piso salarial para os caixas das agências chegaria a R$ 2.209,01 para jornadas de seis horas. Os empregados pediam que com o reajuste o piso chegasse a R$ 2.860,21, que é o salário mínimo do Dieese.
O pleito de aumento na Participação de Lucros de Resultados (PLR) para o equivalente a três salários mais R$ 5,5 mil não foi contemplado. De acordo com a Fenaban, “será mantida a mesma fórmula de participação nos lucros, com correção dos valores fixos e de tetos em 10%”.
— O lucro dos bancos nos últimos sete anos cresceu 120%, isso representa alta de 55% acima da inflação. Propor aumento real abaixo de 1% não é aceitável. Além disso, a proposta não dialoga com questões fundamentais, como melhores condições de trabalho. Outras categorias com lucro menor tiveram aumento real maior nesse semestre — criticou Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, que já votou a manutenção da greve no fim da tarde desta segunda-feira.
 

 

TST vota dissídio e encerra greve nos Correios

Geralda Doca (Email)

Publicado:
 
 

 
BRASÍLIA - O Tribunal Superior do Trabalho (TST) definiu, nesta terça-feira, reajuste de 8% para os funcionários dos Correios, com ganho real de 1,7% (acima da inflação) e determinou o fim da greve, iniciada em 12 de setembro, em vários estados. Os trabalhadores que aderiram à paralisação deverão retomar as atividades normais a partir da quinta-feira.
Ficou decidido que a empresa pagará vale refeição/alimentação extra de R$ 650,05 em dezembro e que os benefícios do plano de saúde serão mantidos. No julgamento do dissídio coletivo, o TST manteve a mesma proposta da empresa, já aceita pela categoria em alguns estados, como Rio e região metropolitana de São Paulo.
Os dias parados serão compensados, a fim normalizar a entrega de cartas e encomendas. A compensação deverá ser feita de segunda a sexta, em até duas horas por dia, no prazo de 180 dias.
Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, 90% do quadro de funcionários já estavam trabalhando normalmente. O percentual de entrega nos dias parados ficou entre 90% e 94%. O prejuízo maior ocorreu nos serviços de hora marcada para coleta de encomendas.

como se esses BABACAS gostassem de MOEDAS...

Sindicalistas jogam moedas em vereadores e sessão é encerrada na Câmara 

Foi adiada a votação desta terça-feira (8) para definir se a Câmara Municipal de Campo Grande abre ou não comissão processante para investigar o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP) após sindicalistas jogarem moedas nos vereadores.
O tumulto e discussão permearam a sessão desta manhã, após a entrada de mais de 500 pessoas na Câmara. Com cartazes e faixas produzidos, os supostos manifestantes discutiam com os vereadores e não deixaram a votação acontecer.
O vereador Waldecy Chocolate foi atingido pelas moedas e saiu chorando do plenário, abraçado pelo vereador João Rocha (PSDB).
O desrespeito começou quando foi levada pára a discussão antes da votação a ausência do vereador Jamal (PR).

http://midiamaxnews.jusbrasil.com.br/politica/104353582/sindicalistas-jogam-moedas-em-vereadores-e-sessao-e-encerrada-na-camara

 
“O PROFESSOR É MEU AMIGO, MEXEU COM ELE, MEXEU COMIGO”

“SE NÃO FOSSE POR UM PROFESSOR, EU NÃO ESTARIA ONDE ESTOU”

E tem muito mais por aí...

O GIGANTE NÃO QUER MAIS DORMIR NÃO....HEHEHE
               

RJ e em SP: Milhares em manifestação de apoio aos professores 


Na noite desta segunda-feira (7), dois atos, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo, tiveram como motivo apoio à greve dos professores no Rio e contra a truculência da polícia carioca. Milhares de pessoas saíram às ruas em protestos que começaram pacíficos, mas culminaram em atos violentos. 


Pablo Vergara/Brasil de Fato
Manifestação de apoio a professores teve confusão no Rio  
Sindicalistas, estudantes e representantes de movimentos sociais se juntaram aos professores na mobilização do Rio de Janeiro.

Em São Paulo, os protestos ocorreram na Avenida Paulista e em frente ao Teatro Municipal, no Centro; os manifestantes apoiavam ainda a greve de alunos da USP, que defendem eleições diretas para reitor. O ato, segundo o Diretório Central dos Estudantes (DCE) Livre, faz parte de um calendário de mobilização, que prevê manifestações até quinta-feira (10), quando será realizada outra assembleia de estudantes.

De acordo com informações das agências de notícias, os manifestantes cantavam paródias contra os governadores Geraldo Alckmin de SP e Sergio Cabral, do Rio.
Apoio aos professores do Rio chega à Feira de Frankfurt
Em São Paulo, a confusão começou quando manifestantes jogaram bombas contra policiais. Alguns ativistas atearam fogo em objetos e fizeram barricadas na Avenida Ipiranga e na Rua Barão de Itapetininga. Até o fim da noite, destruíram orelhões, bancas de jornal e agências bancárias. Também houve depredações contra ônibus e viraram um carro policial. Alguns ativistas mascarados usaram pedras, metais e madeira para quebrar vidraças de agências bancárias e lojas. A polícia interveio e dispersou a manifestação. Ao todo, sete pessoas se feriram (quatro delas PMs) e nove acabaram detidas, conforme apurou a Agência Brasil.
Manifestação no Rio
Já no Rio de Janeiro milhares de pessoas seguiram o protesto dos professores estaduais e municipais, que lutam por melhores estruturas no plano de carreira e condições de trabalho. Eles reivindicam também aumento salarial e salários unificados. A manifestação também foi crítica em relação à truculência da Polícia Militar, que na última semana agiu com violência contra os educadores.

Os professores do Rio estão em greve desde o dia 8 de agosto. A categoria também é contrária à proposta de reajuste do governo. Estima-se que a greve conta com uma aderência de 81% das escolas da rede municipal.

Sindicalistas, estudantes e representantes de movimentos sociais se juntaram aos professores na mobilização, que começou na Praça da Candelária e reuniu cerca de 10 mil pessoas, de acordo com a PM. Cifra que muda bastante segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe-RJ), que estimou mais de 50 mil pessoas na manifestação.

A marcha terminou em confusão após a tentativa de um grupo de pessoas de invadir a Câmara dos Vereadores. Por volta das 20 horas, manifestantes mascarados tentavam arrombar a entrada lateral da Câmara Municipal. Nesse momento, o protesto estava divido em dois: um movido pelos professores, em frente à casa legislativa. Outro, por ativistas Black Blocs, que tentavam invadir o prédio. Após o início do tumulto, professores deixaram a Cinelândia por não concordarem com o protesto violento.

Durante a Conferência Municipal do PCdoB no Rio de Janeiro, no último final de semana, o Partido aprovou uma moção em apoio à greve dos profissionais da educação, destacando os ataques à democracia e à luta do povo.


Da Redação do Vermelho,
Com informações de agências de notícias

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Poema ausência

Vinicius de Moraes , Flávio Chamis
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz

Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho desta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado

Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado

Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada

No país das Maaaravilhas.


“– Você poderia me dizer, por gentileza, como é que eu faço para sair daqui?
– Isso depende muito de para onde você pretende ir – disse o Gato.
– Para mim tanto faz para onde quer que seja... – respondeu Alice.
– Então, pouco importa o caminho que você tome – disse o Gato.”
(capítulo 6, p. 74).