quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A bela Saúde Mental adormecida

http://www.mariolobato.blogspot.com.br/

por Katia Marisa Fróes* na página do CFM

(dica da Dra Fátima Oliveira)
 
Era uma vez um reino que tinha um nome diferente: Saúde Mental. Seus moradores chamados loucos viviam ali na busca de sanidade, vista como necessária para o convívio de todos. Seus governantes, considerados normais; viviam ali tentando acolher, dar guarida, alívio, chamado de tratamento; à loucura dos súditos. Acreditavam que isso era possível e realmente era. E isso os mantinha unidos, apesar das diferenças. O reino, como todo reino, em muitos momentos tinha problemas, dificuldades, períodos de crise e em outros, prosperava e tinha sua fé no que fazia renovada. Às vezes, governantes tinham sua loucura aflorada e súditos sãos mostravam o caminho. De um jeito ou de outro, havia um certo equilíbrio nessa equação.

Até que um dia, vindo de outras terras, trazendo motivações outras, um novo governante assume o reino. Em sua loucura, não admitida, muito menos acolhida, por isso mesmo devastadora, ele decreta que aquele reino dali para diante não haveria mais de existir como tal. Define seus governantes como incapazes, ignorando tudo que havia sido construído até então e decreta: A partir de agora todos nesse reino, súditos e governantes viverão um período “adormecido” em seus propósitos, crenças, cidadania, motivações, lutas, ideais, assistência, por que eu assim o quero.

Infelizmente, o país onde reino se localizava permitia isso. Os moradores de todos os reinos desse país eram sujeitos a verem serviços essenciais a sua saúde e educação, construídos a custa dos esforços de muitos, por longo tempo de dedicação, virarem nada, da noite para o dia, por capricho de alguns poucos, interesses ou desinteresses políticos de outros e dizem, ainda não consegui entender como, que isso era resultado das “escolhas” de seus moradores, que acreditavam terem livre arbítrio para escolherem os seus governantes e o faziam errado, pagando o preço. Mas, como alguém pode ter livre arbítrio sem saúde, sem educação, ou mesmo sem cidadania e, no caso do reino em questão, sem serem sujeitos de si mesmos? Então, às vezes, por vários reinos desse país nada encantado, vários governantes decretavam coisas parecidas o tempo todo e o país mergulhava nesse “sono” de pobreza, miséria, ignorância, violência, desesperança, desassistência, como de certa forma vemos agora a Saúde Mental desse país mergulhada.  

O reino então passou alguns anos adormecido em seu sono punitivo, mas o governante louco, talvez por não ter sua loucura cuidada, acabou sendo excluído também, como acontece com a loucura de forma geral, que não é cuidada, mas é excluída, como aconteceu com os súditos do reino, que voltaram ao período das internações hospitalares como “tratamento”, situações de risco, abusos, exclusão social. Talvez ele nem se dê conta disso, do retrocesso trazido por ele, isso também faz parte da loucura, quando ela é na verdade nossa sombra projetada para fora. Podemos ver isso na nossa história ao longo dos séculos.

Mas isso não significou exatamente que o reino acordaria. Para despertar o reino desse sono, um príncipe encantado teria que vir. Ele nasceria da elaboração da nossa própria loucura, da dor, das feridas lambidas e curadas, da reconstrução da fé, dos ideais, que são os grandes motivadores, da aceitação de que avançamos como as ondas do mar na areia e como elas, também retrocedemos, para avançarmos novamente, um pouco de cada vez. Esse príncipe, com o seu beijo encantado, amoroso, seria capaz de trazer esperança para esse reino, para esse país. Ele não chegaria num grande cavalo, com as suas roupas reluzentes e sim no coração de cada um, silencioso, forte, corajoso, acordando as ideias, o desejo pelo bem maior, pelo bem de todos e adormecendo os egos adoecidos pelo egoísmo, pela vaidade, pelo poder, sem excluí-los, pois eles fazem parte de nós e necessitam estar integrados ao todo, mas não são o todo.

O príncipe, o louco, o governante, o súdito somos nós. E a história de nosso reino, nosso país pode ser mudada, se aproximando mais de um final feliz para todos, em vez de uma maioria num sono de exclusão e uma minoria em um sono egóico destruidor.
 
 
* É médica psiquiatra.

Debatido projeto que garante recesso a pais servidores

quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Por: Nathália Barros   Foto: Roberto Higa 
Reunião debateu projeto de lei que garante recesso a servidores públicos estaduais.
Há sete anos trabalhando como arte educadora, a servidora pública Kelly Rodrigues Gonçalves dedica grande parte do dia ao serviço. No período, a filha mais nova, Luana, de 1 ano e meio, fica na creche. O problema está no recesso escolar, quando Kelly não pode deixar de trabalhar, enquanto as atividades no local em que criança fica são suspensas.

“É uma correria danada para encontrar quem possa ficar com a Luana e com o meu outro filho de seis anos. Muitas vezes eu sou obrigada a levá-los para o meu serviço. Com isso, acabo comprometendo o meu desempenho e arriscando minha permanência no emprego”, desabafa Kelly, defendendo o projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Lidio Lopes (PEN), que busca garantir aos pais servidores o direito de ficar com seus filhos no período de recesso escolar, sem que as férias regulares sejam comprometidas.

O projeto de lei, pioneiro no País, foi tema de reunião realizada na tarde desta quarta-feira (16/10) na Assembleia Legislativa. Na oportunidade, o parlamentar debateu com pessoas diretamente ligadas à Educação, além de servidores públicos que enfrentam a realidade apontada no projeto, os pontos expressos na matéria, visando afinar o material que tramita na Casa de Leis.

“Quando apresentei o projeto, me baseei em dois artigos da Constituição Federal que preconizam, em suma, a convivência entre pais e filhos. Atualmente, vemos uma sociedade com valores invertidos, que se acostumou a depositar nas escolas o dever da educação, além daquela regular, o que justifica a necessidade de se estimular esse convívio familiar”, frisa Lidio, que diz acreditar que a medida pode servir de base para outros estados e, até mesmo, para a União.

Para a doutora em educação infantil, Mariete Felix Rosa, o projeto é louvável. “Cada minuto a mais que a criança tem com a família, melhor. Nosso modelo de educação precisa sofrer mudanças como esta. Precisamos desinstitucionalizar os pequenos, que tendem a passar mais tempo na escola do que com seus familiares”, opina.

Pensamento compartilhado pela presidente do CEE/MS (Conselho Estadual de Educação), Maria Luísa Marques Robalo. “Ela deve ser tratada como uma política pública para a infância. Mas, sabemos que precisa ser discutida, para garantir que não haja entraves na aplicação da lei”, argumenta.

Projeto - Pela proposta apresentada em 3 de outubro deste ano, os servidores públicos do Estado que são pais ou responsáveis de crianças de 0 a 6 anos de idade, devidamente matriculadas nos Centros de Educação Infantil e Pré-Escolar, terão direito à liberação das suas funções em período coincidente ao recesso escolar de julho, sem prejuízo às férias anuais garantidas por lei.

Conforme o texto, havendo mais de um servidor público estadual responsável, o direito será concedido a apenas um. A instituição de ensino deverá fornecer um documento ao responsável indicando seu nome e o período de recesso que deverá ser entregue no seu local de trabalho.

Lidio explica que o projeto não se aplica aos funcionários públicos estaduais que fazem parte do corpo docente do Estado, exceto aqueles que se encontram em outras funções como cedência ou à disposição do órgão central. - See more at: http://www.al.ms.gov.br/Default.aspx?Tabid=56&ItemID=39205#sthash.uvYWKeeZ.dpuf

Campo Grande e/ou MS disparam nas primeiras colocações do "ranking" nacional: Obesidade + Violência Contra a Mulher + PCC...fora a Corrupção, Saúde Mafiosa, Morte de Indígenas, Trabalho Escravo Carvoarias Frigoríficos, Oligarquia... etc..etc...."Orgulho Político" (só que não)

MS é 3º estado brasileiro com mais membros do PCC, segundo Gaeco

Zana Zaidan
 
 
Mato Grosso do Sul é o terceiro estado brasileiro com mais adeptos da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), conforme relatório elaborado pelo Ministério Público Estadual de São Paulo, divulgado hoje (11) no jornal O Estado de São Paulo.
O MP montou o “censo” do PCC com base em documentos e gravações apreendidos com a facção durante três anos e meio de investigação, e aponta São Paulo e Paraná nas primeiras posições em relação ao número de membros.
Por aqui, o grupo mantém 558 integrantes, dos quais 469 estão em penitenciárias e 89 são foragidos. O Estado ocupa essa posição na geografia do PCC em razão de sua importância como rota de passagem da droga que vem do Paraguai e da Bolívia para São Paulo.
Ao dominar MS, o PCC consegue tornar o território uma área hostil para as facções rivais paulistas ou para outros grupos organizados que tentem desafiar seu poder. Esse seria o caso de bandos como o Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade (CRBC).
Já no Paraná, o censo contabilizou 626 integrantes, dos quais 545 estão detidos - destes, 20 são originários de São Paulo.
 
 
 

Capital tem 70 casos diários de violência contra a mulher de 2ª a 6ª

Bruno Chaves
 
Cerca de 70 casos diários de agressões contra mulheres são registrados na 1ª Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) de Campo Grande. No entanto, o número só considera os dados de segunda a sexta-feira, já que a unidade não funciona nos fins de semana. A média é considerada alta pela delegada titular Rosely Aparecida Molina. “Mas já chegamos a atender por dia 112 mulheres vítimas de violência”, afirma.
A delegada atribui o número de ocorrências, cerca de 1,5 mil por mês, ao conhecimento adquirido pelas mulheres nos últimos anos. “Elas tomaram conhecimento da existência da Lei Maria da Penha, que é uma lei que traz amparo. O Estado também possui todo um aparato que viabiliza a defesa desses direitos. Elas têm onde pedir socorro”, avalia.
Segundo Rosely, a violência contra a mulher é divida em cinco categorias: física, quando existe uma agressão que deixa lesões e marcas visíveis; moral, que são os xingamentos e ofensas sofridas; psicológica, caracterizada pelas ameaças sofridas; patrimonial, que acontece quando a mulher tem seus bens danificados (documentos, roupas, casa, etc.); sexual, configurada por estupro de qualquer natureza e atos libidinosos.
“A violência física acontece com maior frequência, mas os outros tipos são muito registrados”, conta a delegada, que informou que a Deam encaminha, por mês, 300 inquéritos policiais ao Fórum da Capital. “Existe certa quantidade de mulheres que se arrepende da queixa, mas todas elas são intimadas para explicarem o porquê da desistência”, conta.
Casos – Ocorrências de todos os tipos são registradas pela delegacia. Os acusados são maridos, pais, irmãos e outros homens. Um caso recente que chamou a atenção da delegada ocorreu na noite de ontem (15).
Uma mulher estava estendendo roupas no varal da residência do casal quando o marido, irritado, iniciou uma discussão e lesionou o rosto da esposa. “Ele até quebrou o rosto da mulher. O homem foi preso em flagrante e agora a Deam vai investigar o caso e apurar para ver se ele tinha histórico de violência”, disse.
 
 
Campeão Nacional

Na terra de gordinhos, alguns campo-grandenses são radicais na hora de emagrecer

Anny Malagolini
 
 
Ao chegar aos 124 quilos, o universitário Gabriel Sanz, de 23 anos, levou um puxão de orelhas da namorada e prometeu à amada que iria emagrecer. Dito e feito, em apenas três meses, Gabriel perdeu 30 quilos. Com a fama da cidade com maior número de gordinhos do Brasil, Campo Grande tem gente que virou o jogo por conta e risco.
Frituras e doces tiveram que sair da vida de Gabriel e comidas saudáveis ganharam espaço no cardápio, além do esporte. O estudante começou a correr duas horas diariamente, uma loucura para quem pesa tanto, mas ele arriscou.
“A vida adulta me engordou”, justifica. Desde o primeiro ano da faculdade, Gabriel fez estágio na área de Engenharia Ambiental. Com o tempo entre o estudo e o trabalho sempre curto, a saída para driblar a fome foi comer salgados o que, é claro, rendeu 34 quilos a mais na balança.
Apesar de não ser recomendado emagrecer sem auxílio de profissionais, Gabriel conseguiu. Mas agora, manter são outros 500, por isso ele procurou apoio de nutricionista e personal. Até agora, segundo ele, o segredo foi a disciplina. “Tem que ter um objetivo, colocar um prazo para se chegar a um lugar”, aconselha.
 
Para perder peso, o estudante Newlin Souza, de 28 anos, apelou aos livros para emagrecer e encarou uma dieta rigorosa, só que a base apenas de proteína. Nos últimos meses, ele eliminou 20 quilos e agora pesa 82.
A “mágica” do emagrecimento rápido foi conquistada, segundo ele, com muita atividade física, muita água e a dieta “Dr. Dukan”. Sem doces, gorduras, carboidratos e apenas comendo carne e alguns legumes, na primeira semana ele perdeu 6 quilos.
Ele comenta que desde 2001 enfrenta o efeito sanfona. Sempre cai em dietas rigorosas, que prometem limar muito peso em pouco tempo, mas sempre volta ao que era. Mais uma vez, ele diz que vai ser diferente, porque conseguiu a reeducação alimentar, eliminando “besteiras” do cardápio.
Com a prática regular de exercícios, Newlin acredita não deve engordar novamente. “Não tenho mais medo de entrar no efeito sanfona, tive uma educação alimentar”, garante, apesar de pouco tempo mais magro.
Carioca, Newlin não entende o motivo de Campo Grande ser eleita a Capital com maior número de gordinhos no País, mas entende que diferente do Rio de Janeiro, onde as pessoas cultuam o corpo por ter praia e o calor, aqui não tem nada que incentive, então não há empenho em estar em forma.
Casados - A dieta também entrou na vida da assistente administrativa Jaqueline Souza, de 32 anos, que desde os 28 luta contra a balança em busca de um corpo mais magro.
No dia 15 de junho, ela e o marido decidiram entram na dieta e em 4 meses Jaqueline passou dos 69 para os 57 quilos, e o marido, que chegou a pesar 103 quilos, agora está com 92. ”Dei um choque no meu corpo, e procurei a auto estima”.
Apesar da dieta ter dar dado certo, e garantido satisfação a assistente, os resultados dos exames de sangue não melhoraram. Os testes apontaram índices maiores de colesterol, provando a mudança repentina de alimentação é perigosa quando não há o acompanhamento médico.
Para reforçar o que tanto profissional já falou, o Lado B foi buscar a opinião da nutricionista Marúbia Chimenes. Mais uma vez, ela lembrou que as dietas da moda, como a Dukan, são um risco. "Nada substitui uma alimentação balanceada, cheia de nutrientes e variedas entre proteínas, carboidratos e gorduras", repete.
A lógica é que sem a variedade, o corpo acaba cansando, não tem energia nem para emagrecer. “A necessidade de nutrientes causa fraqueza e ninguém consegue seguir isso por muito tempo”, alerta, lembrando que o resultado vai ser o efeito sanfona.
Você já fez alguma dieta que deu certo ou conhece algum caso de sucesso na busca pela boa forma? Se a resposta é sim, deixe um comentário.
 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Viva Cine Italiano! Viva Marcelloo




 

Leva a Vibração

Filosofia Reggae


Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração a paz vai reinar

Leva a vibração
 Oh jah jah jah jah
No seu coração

Se um homem cansado luta
Você pode lutar
Livre-se dessa disputa
Não faz bem pra ninguém

Você é certo
E não tem desculpa
Você pode encontrar
Então me diz de quem é a culpa
Por estarmos tão mal

Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração a paz vai reinar

Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração

Procure certo o seu destino
Pense se é isso o que quer
Pra você e pra todos que te amam
Pense se é isso o que quer

Enfrente a vida e olho nos olhos
Não há saída olhe nos meus olhos
Levante a cabeça e procure o seu valor
Seja consciente de que tudo irá mudar

Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração a paz vai reinar
Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração

Se um homem cansado lutar
Você pode lutar
Livre-se dessa disputa
Não faz bem pra ninguém

Você é certo
E não tem desculpa
Você pode encontrar
Então me diz de quem é a culpa
Por estarmos tão mal

Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração a paz vai reinar

Leva a vibração
Oh jah jah jah jah
No seu coração (2x)

O BARQUEIRO

Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não – responde o barqueiro.


E o advogado compadecido:
- É pena, você perdeu metade da vida!


A professora muito social entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não – responde o remador.
- Que pena! – condói-se a mestra – Você perdeu metade da vida!


Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O canoeiro preocupado pergunta:
- Vocês sabem nadar?
- Não! – responderam eles rapidamente.
- Então é uma pena – conclui o barqueiro – Vocês perderam toda a vida

terça-feira, 8 de outubro de 2013





Tom Zé
Compositor: Tom Zé e Elton Medeiros

Tô bem de baixo, pra poder subir
Tô bem de cima pra poder cair
Tô dividindo pra poder sobrar
Desperdiçando pra poder faltar
Devagarinho pra poder caber
Bem de leve pra não perdoar
Tô estudando pra saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Eu tô te explicando pra te confundir,
Eu tô te confundindo pra te esclarecer,
Tô iluminado pra poder cegar,
Tô ficando cego pra poder guiar.

Suavemente pra poder rasgar
Com o olho fechado pra te ver melhor
Com alegria pra poder chorar
Desesperado pra ter paciência
Carinhoso pra poder ferir
Lentamente pra não atrasar
Atrás da vida pra poder morrer
Eu to me despedindo pra poder voltar

Eu tô te explicando pra te confundir,
Eu tô te confundindo pra te esclarecer,
Tô iluminado pra poder cegar,
Tô ficando cego pra poder guiar.