quinta-feira, 30 de abril de 2015

Vereador interrompeu programa para ir à igreja, diz depoimento

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20/04/2015 17h38 - Atualizado em 21/04/2015 08h48

Vereador interrompeu programa para ir à igreja, diz depoimento

Menores dizem que saíram duas vezes com vereador 
Em depoimento a polícia, uma das menores de 15 anos revelou detalhes dos dois encontros com o vereador Alceu Bueno (PSL), em Campo Grande. Os depoimentos revelam coisas nada agradáveis ao vereador, que representa segmento evangélico.
Segundo uma das menores, já no segundo encontro, o vereador interrompeu o programa mais cedo, informando que precisava ir para a igreja. Elas dizem que foi o vereador que as procurou para o segundo encontro, no domingo, mesmo já tendo saído no sábado com as duas.
As menores revelaram que o vereador se encontrou com elas duas vezes em frente do Terminal Morenão e em um dos encontros chegou a levá-las até uma pizzaria e em um mercado para comprar sorvetes. Segundo a menor, o vereador deu cartão e senha para que ela fosse aos estabelecimentos fazer as compras.
Nesta segunda-feira a equipe de reportagem entrou em contato com o vereador para perguntar se ele tinha pago R$ 100 mil aos suspeitos de extorsão e se existia material que o comprometia, mas ele se negou a responder, dizendo apenas que tinha denunciado dois bandidos e a equipe de reportagem o colocava como bandido.
O Caso
Inquérito que investiga escândalo de prostituição de adolescentes em Campo Grande revela que a polícia encontrou imagens de duas menores, ambas de 15 anos, fazendo sexo com políticos. Segundo inquérito, aberto pelo delegado Paulo Sérgio Lauretto, durante investigação a polícia encontrou vídeo de sexo das menores com o vereador Alceu Bueno (PSL) e com o ex-deputado federal e ex-presidente do PSB, Sérgio Assis.
Tudo começou com um boletim de ocorrência registrado pela mãe de uma das menores no município de Coxim. Ela afirmou que a filha havia fugido de casa no dia 13 de março, levando consigo apenas uma mochila. A garota foi encontrada no dia 23 de março, na casa de Fabiano Viana Otero, com outra menor, também de 15 anos.
Fabiano e a menor disseram ao delegado que a outra adolescente foi encontrada perambulando pelas imediações da rodoviária. A jovem que fugiu de Coxim foi entregue para a mãe e Fabiano liberado, mas a outra adolescente contou detalhes do esquema de prostituição a uma conselheira tutelar.
A jovem revelou que Fabiano, também chamado de Fábio, conseguia clientes que pagavam quantias altas em dinheiro em troca de serviços sexuais. Foi a menor que contou a conselheira que saiu com o vereador Alceu Bueno no fim de semana dos dias 21 e 22 de março. Segundo a adolescente, ela foi levada até o encontro com o vereador por Fabiano e Luciano Pageu, preso em flagrante por extorsão na quinta-feira (17).
Segundo depoimento, durante encontro as jovens levaram uma câmera escondida em um controle remoto de abrir garagem para filmar a relação com o vereador e, posteriormente, extorqui-lo para conseguir dinheiro, que também seria dividido com elas.
Após depoimento, a polícia se dirigiu a casa de Fabiano e encontrou três cartões de memória micro SD. Em um dos cartões foram identificadas imagens da adolescente se encontrando com um indivíduo conduzindo uma Hilux, que estava registrada no nome do ex-deputado Sérgio Assis. As imagens mostraram a menor ingressando em um motel “onde a mesma mantém relações sexuais com um indivíduo masculino com características idênticas a Sérgio Pereira de Assis se comparada a fotografia extraída do Sigo”, diz parte do inquérito.
No dia 1º de abril a adolescente foi até a delegacia, onde confirmou que Fabiano arquitetou os programas e a extorsão ao vereador. As menores revelaram aos policiais que saíram com Alceu em duas oportunidades, munidas com a câmera, para depois extorqui-lo.
O ex-vereador Robson Martins e o empresário Luciano Pageu foram presos em flagrante, no estacionamento de um supermercado da Capital, na tarde de quinta-feira (17), ao extorquirem o parlamentar.
Na ocasião da prisão, o vereador Alceu Bueno entregava R$ 15 mil, em dinheiro, à dupla, uma espécie de segunda parcela – a primeira foi de R$ 100 mil – para evitar que supostos conteúdos comprometedores, incluindo fotos e conversas por mensagens de celular, relativos ao envolvimento dele com adolescentes. Estas, pelo menos, são informações que constam no material policial enviado à Justiça após as prisões. O delegado Paulo Loretto ainda não se pronunciou e prometeu falar com a imprensa apenas na próxima quarta-feira.

único gesto nobre foi o de 17 policiais que se recusaram a atacar os manifestantes – e foram punidos por isso

O infame Beto Richa, governador do Paraná


http://jornalggn.com.br/noticia/o-infame-beto-richa-governador-do-parana


O governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, é o retrato doloroso do que se transformou o principal partido de oposição no país.
O partido fundado por Franco Montoro, Mário Covas, que abrigou a generosidade de Sérgio Motta, a sensibilidade social de Bresser-Pereira, e até a temperança de um José Richa, a esperança de uma socialdemocracia moderna, tornou-se um valhacouto do que pior e mais rancoroso a política brasileira exibiu nos últimos anos.
A usina de ideias e propostas que parecia brotar do partido no inicio dos anos 90 foi substituída por uma cloaca interminável, um lacerdismo sem talento, um samba de uma nota só desafinado.
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Derrotado em Minas Gerais, restaram ao partido dois estados para mostrar, até 2018, um mínimo de políticas inovadoras: São Paulo e Paraná.
De São Paulo não se espere nenhuma pró-atividade. Por aqui, definham institutos de pesquisa, aparelho cultural, universidades e, especialmente, as ideias.
Hoje haverá audiência pública para a extinção da Fundap (Fundação de Desenvolvimento Administrativo) e da Cepam (Centro de Estudos e Pesquisas da Administração Municipal).
Hoje em dia, há uma disputa ferrenha para definir o governo mais inerte: se o de Dilma ou de Alckmin.
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Mas nada se equipara ao desastre completo que se observa no Paraná.
O massacre que a Polícia Militar impôs, ontem, aos professores que manifestavam contra o governo entrará para a história política contemporânea como o dia da infâmia.
200 pessoas feridas, 15 em estado grave, uma covardia sem fim, cujo único gesto nobre foi o de 17 policiais que se recusaram a atacar os manifestantes – e foram punidos por isso.
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É apenas o desfecho de uma gestão desastrosa, que quebrou o estado. Mas reflete um estado de espírito que se apossou do partido, quando substituiu os intelectuais por pitbulls de baixíssimo nível.
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Nos últimos anos, a reboque da mídia, a única bandeira que o partido cultivou foi o antipetismo – como se fosse possível se tornar alternativa de poder sendo apenas anti.
Hoje em dia definha o PT e definha o governo Dilma, o país está rachado ao meio, há um ódio permanente no ar. A política econômica procede a aumentos sucessivos da taxa Selic, com a atividade econômica agonizante. E o governo patina sem um projeto de país para oferecer.
Seria o momento de se apresentarem os mediadores, os que conseguissem ser a síntese das políticas sociais do PT com a visão de mercado do velho PSDB desenvolvimentista.
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Mas a miopia reiterada dos seus gurus, a falta de visão estratégica, o personalismo absurdo de uma geração geriátrica que se aboletou no poder, impediu a renovação do PSDB e permitiu que o infame Beto Richa se tornasse a cara do partido.
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O que Richa fez foi apenas externar, com atos, a virulência desmedida da cara do partido, os Aloysios Nunes, Aécios Neves, Carlos Sampaios, Josés Serras.
Não foi à toa que, nas últimas eleições, a parcela mais moderna do empresariado paulista saltou fora do bonde do PSDB e tentou fazer alçar voo a candidatura de Marina Silva.
O espaço político está vago para aventureiros políticos, porque a geração das diretas acabou.

Um dia depois da repressão de manifestantes, estudantes fizeram passeata, protestaram em frente à Assembleia e agora estão em frente à sede do governo

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/estudantes-protestam-em-frente-ao-palacio-iguacu-ab024o9gk4ew0fv8nuskq0ed8


o dia seguinte

Estudantes protestam em frente ao Palácio Iguaçu

Um dia depois da repressão de manifestantes, estudantes fizeram passeata, protestaram em frente à Assembleia e agora estão em frente à sede do governo 

 | Antonio More
 
Depois da repressão aos manifestantes e professores no Centro Cívico de Curitiba, na tarde da quarta-feira, uma série de eventos estão marcados para prestar apoio aos manifestantes. Um deles já começou: estudantes saíram em passeata pelo Centro da capital e, por volta das 13h, iniciaram um protesto em frente ao Palácio Iguaçu.
Cerca de 200 pessoas participam do protesto. Houve uma tentativa de invasão da Assembleia.
Acompanhe o protesto em tempo real

Outros encontros marcados pela rede social Facebook para a tarde da quinta e durante toda a sexta-feira já ultrapassam 20 mil confirmados.

O dia seguinte

Nas primeiras horas da manhã, o clima era tranquilo no Centro Cívico - onde horas antes se via uma praça de guerra. Equipes da prefeitura coordenaram a limpeza do local durante a madrugada.
Na frente da Assembleia Legislativa, três viaturas fazem segurança da entrada principal; um contraste com o efetivo que se via no local desde o último fim de semana.
Na Praça 19 de Dezembro, onde há três dias há barracas da APP-Sindicato, cerca de 30 pessoas estavam nesta manhã, aguardando uma decisão do comando de greve sobre o quais ações serão realizadas na quinta-feira.
A reunião na sede da APP-Sindicato, que começou por volta das 9 horas, deve se estender por toda a manhã. Lá, dirigentes do movimento e manifestantes do interior do estado discutem a conjuntura e as próximas ações.
 

Presos

Todos os detidos já foram liberados. De acordo com a assessoria da Polícia Militar, as treze pessoas que foram detidas durante o protesto já foram liberadas. Elas foram ouvidas pelo delegado, assinaram um Termo Circunstanciado e foram soltas ainda da noite de quarta-feira.

Feridos

De acordo com o SAMU, 213 manifestantes ficaram feridos durante o protesto. Destes, 37 foram encaminhados ao Hospital Cajuru, receberam atendimento e já foram liberados. Segundo o hospital, dois pacientes foram atendidos por intoxicação de gás lacrimogêneo e o restante por traumas causados por estilhaços e balas de borracha.
Segundo a assessoria da PM, 20 policiais militares ficaram feridos, mas sem gravidade. Na maioria dos casos, os policiais tiveram ferimentos causados por pedras e paus jogados pelos manifestantes.

SEMPRE AS FLORES CONTRA O DESESPERO

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/875256/?noticia=PROFESSOR+ENTREGA+FLORES+A+PM+E+RECEBE+BALACO+DE+TROCO
CIDADES

Professor entrega flores a PM e recebe balaço de troco

 
 
 
 
Gesto simbólico de paz não teve efeito. Foto: Aliocha Maurício.
O professor Dilson Bortolzanza, de 54 anos, que foi visto na manhã desta quarta-feira (29) enquanto entregava flores aos policiais militares, foi atingido por uma bala de borracha mais tarde, durante a guerra que tomou conta do Centro Cívico, em frente à Assembleia Legislativa do Paraná.
Dilson, que dá aula de educação física em Mandaguari, no norte do Paraná, estava em Curitiba apenas lutando pelo direito dele e de todos os outros professores estaduais. O professor, que deverá se aposentar em julho deste ano, não pensava só nele, mas sim em prol dos diretos dos servidores públicos.
A entrega das flores, virou dor. Dor não só física, mas sentimental, de um homem que, nas mãos, tinha flores e não bombas e armas. “Um dos soldados aceitou o nosso simples gesto e recebeu uma flor. Nós não estamos contra eles, muito pelo contrário”, disse o professor antes que tudo acontecesse.
Nas redes sociais, a filha de Dilson, Carolina Werneck, de 26 anos, expressou seu repúdio ao que viu acontecer definindo como: “O governo do Paraná ‘deu um tiro’ no meu pai”. De acordo com a jovem, estudante de jornalismo, ela ligou preocupada para o meu pai, e Dilson atendeu dentro de uma ambulância, porque havia sido ferido na perna por uma bala de borracha. “Minutos depois, vi uma foto no site da Gazeta do Povo, que mostrava um professor baleado. Esse professor deitado no asfalto, sendo atendido pelo Corpo de Bombeiros, é o meu pai”.
Em questão de minutos, a foto tomou conta das redes sociais e mais de 13 mil pessoas compartilharam. A jovem retrucou o ataque respondendo que o pai dela não é um bandido e sim um professor, em todos os sentidos. “Meu pai trabalhou a vida toda como professor de educação física e assim criou a mim e aos meus irmãos. Meu pai nunca roubou, nunca matou, nunca agrediu ninguém. Meu pai vive tentando pegar aulas extras, para que seu salário não tenha um valor ridículo. Meu pai é uma pessoa que sempre detestou brigas. Meu pai não é baderneiro, é um homem honesto e trabalhador, como foi a vida toda. Meu pai teria, portanto, o direito constitucional de ir e vir, mesmo em frente à Alep, mesmo dentro dela, já que aquele é um local público, e não propriedade dos deputados que ali estão, de passagem, porque foram democraticamente eleitos pelo povo, do qual meu pai faz parte”, disse Carolina.
Antes de ser atingido por uma bala de borracha, o próprio professor reconheceu que os policiais estavam lá cumprindo ordens, mas que isso não exclui o que todos sabem sobre a situação complicada que os funcionários públicos passam, mas fez um lembrete importante. “O governador Beto Richa também passou pelo banco das escolas. Ele devia ter, no mínimo, consideração”.
Enquanto Dilson e tantos outras pessoas eram atendidas do lado de fora, lá dentro, o presidente da Alep, deputado Ademar Traiano (PSDB), continuava à sessão como se nada tivesse acontecido.
 
E a gentileza foi.... Foto: Gazeta do Povo.
Confira o post completo

O GOVERNO DO PARANÁ "DEU UM TIRO" NO MEU PAI
Nesta quarta-feira, enquanto acompanhava pela internet a votação do projeto que altera a ParanaPrevidência, liguei preocupada para o meu pai, que está em Curitiba, lutando, mais uma vez, pelos direitos que deveriam ser a ele assegurados por lei. Quando me atendeu, ele estava dentro de uma ambulância, porque foi ferido na perna por uma bala de borracha. Minutos depois, vi essa imagem no site da Gazeta do Povo. Esse professor deitado... no asfalto, sendo atendido pelo Corpo de Bombeiros, é o meu pai.
Meu pai trabalhou a vida toda como professor de educação física, e assim criou a mim e aos meus irmãos. Meu pai nunca roubou, nunca matou, nunca agrediu ninguém. Meu pai vive tentando pegar aulas extras, para que seu salário não tenha um valor ridículo. Meu pai é uma pessoa que sempre detestou brigas. Meu pai não é baderneiro, é um homem honesto e trabalhador, como foi a vida toda. Meu pai teria, portanto, o direito constitucional de ir e vir, mesmo em frente à Alep, mesmo dentro dela, já que aquele é um local público, e não propriedade dos deputados que ali estão, de passagem, porque foram democraticamente eleitos pelo povo, do qual meu pai faz parte.
A Justiça, contudo, está ao lado do poder, e proibiu a entrada de cidadãos paranaenses em uma casa que pertence a eles, que pertence a todos nós. Por isso, porque o Sr. Carlos Alberto Richa quer aprovar a todo custo um projeto que atropela os direitos de seu funcionalismo público, meu pai tomou um tiro de bala de borracha.
No dia 30 de agosto de 1988, quando o então governador Álvaro Dias soltou a cavalaria em cima dos professores, meu pai só não estava em Curitiba porque faltavam três meses para eu nascer e minha mãe pediu, pelo amor de Deus, que ele ficasse em casa. Hoje, quase 27 anos depois, eu vi uma foto do meu pai deitado no asfalto, sendo atendido pelo Corpo de Bombeiros, porque estava defendendo o que é seu, por direito.
Enquanto ele era atendido do lado de fora, do lado de dentro o presidente da Alep, deputado Ademar Traiano (PSDB), dava prosseguimento à sessão para aprovar o uso do dinheiro do meu pai - e de todos os professores e servidores estaduais - para pagar a conta do governo do estado.

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Policial militar 'ferido' no Centro Cívico vira piada na internet - Foram os ROSABLOCKTS

cidades
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/875245/?noticia=POLICIAL+MILITAR+FERIDO+NO+CENTRO+CIVICO+VIRA+PIADA+NA+INTERNET

Policial militar 'ferido' no Centro Cívico vira piada na internet

 
 

 
O PM deletou o post, mas a imagem viralizou
e os internautas não perdoaram.
Foto: Reprodução/Facebook.
A imagem de um policial militar supostamente atingido por manifestantes em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) tem dado o que falar nas redes sociais. O oficial está manchado com o que parece ser uma tinta cor de rosa. O policial deletou o post pouco depois de começar a receber críticas, no entanto, a imagem viralizou e virou piada na internet.
Um dos memes criados diz: “cruelmente agredido por professores... de educação artística armados com tinta rosa”.

BetoHitler


http://www.mariolobato.blogspot.com.br/

 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Doutor Rosinha sobre #BetoHitler: Um irresponsável que só faz envergonhar os paranaenses

por Doutor Rosinha


Dezenas de ligações não atendidas no meu celular. Estou neste exato momento em Montevidéu, Uruguai, em uma série de reuniões de trabalho do Mercosul.

Os relatos que começo a receber são de uma verdadeira barbárie cometida hoje à tarde pelo governo Beto Richa (PSDB) contra milhares de trabalhadoras e trabalhadores da educação do Paraná, entre outras categorias de servidores públicos, que se manifestavam nas ruas de Curitiba.

Em 1988, quando Alvaro Dias jogou a cavalaria da PM [foto em preto-e-branco] contra professores, houve DEZ feridos. Os primeiros relatos da APP-Sindicato apontam haver MAIS DE CEM pessoas feridas pelas bombas lançadas hoje, de forma contínua e injustificável, inclusive a partir de um helicóptero.

O que dizer sobre Beto Richa? É um governador que adota uma postura fascista. Que não dialoga. Um irresponsável que só faz envergonhar os paranaenses.

Com uma ação de violência sem paralelo na história política do Paraná, não me surpreende nem um pouco que, entre os cartazes exibidos pelos manifestantes, havia alguns com a expressão ‪#‎BetoRitler‬.

Mesmo à distância, toda a minha solidariedade às trabalhadoras e trabalhadores da educação do Paraná e ao seu sindicato.

Aposto que as próximas manifestações dos servidores estaduais serão ainda maiores. Quem luta faz história.

CANALHA - RICHA