quarta-feira, 24 de junho de 2015
Deputado propõe Aquário do Pantanal sem água e peixe
Edivaldo Bitencourt
Solução – O deputado federal Vander Loubet (PT) tem uma receita para a obra do Aquário do Pantanal. Em entrevista ao programa Tribuna Livre, da FM Capital, o petista defendeu que o Governo não coloque água nem peixe na obra.
Aquário virtual – Loubet defendeu a construção de um Aquário do Pantanal totalmente virtual. Pela proposta, o turista andará pelos tanques sem água e sem peixes. Tudo seria virtual. A medida visa acabar com os gastos e transtornos para manter os peixes até a inauguração da obra, já 90% dos animais morreram durante a quarentena.
http://www.campograndenews.com.br/jogoaberto/deputado-propoe-aquario-do-pantanal-sem-agua-e-peixe
NOVIDADE Inédita Exclusiva MS: Aquário sem água. Aquário Virtual... Só aqui mesmo... Seguraaaaaaaaaaaa PEIxÃO- Dinheiro do POVãO NUNCA maiss....
23/06/2015 14h11 - Atualizado em 24/06/2015 11h52
Deputado sugere transformar Aquário em parque de realidade virtual
Obra ainda não tem data de inauguração
Jéssica Benitez
Mesmo sem data prevista para o término da obra, o deputado federal Vander Loubet (PT) sugeriu ao governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), que transforme o Aquário do Pantanal em um parque de realidade virtual. Segundo o petista, seria espécie de centro de entretenimento com vários atrativos em um só lugar, tudo com base na área
tecnológica.
"Funcionaria como aquário, museu e zoológico, tudo por meio de tecnologia de virtualização, agregando nossa fauna, flora e memória histórica", explicou. A proposta foi apresentada ao tucano na manhã de segunda-feira (22), antes da reunião entre a Rumo/ALL e a bancada federal sul-mato-grossense.
Na opinião de Vander, esta seria uma boa saída para resolução do problema que o Aquário se tornou, entretanto, esclarece que trata-se de uma ideia que necessita de estudo mais aprofundado. A obra foi iniciada em 2011 e a estimativa é de que seja inaugurada em 2016, porém sem dia ou mês definido.
"Não há como voltar atrás na questão da obra, muito recurso público já foi gasto e ainda será necessário mais dinheiro para concluí-la. A questão agora é o que o Governo do Estado vai fazer para custear o funcionamento do aquário. Já se sabe que o custo operacional do projeto é alto, por isso uma solução seria justamente transformar esse grande espaço físico em um espaço virtual", disse.
Até o momento, segundo últimos dados divulgados, a obra já consumiu R$ 173 milhões dos cofres públicos, sendo que inicialmente a previsão de gastos era de R$ 87 milhões. Para auditar e diagnosticar o atual estado da construção, Azambuja montou comissão com integrantes do Ministério Público do Estado (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE/MS), entre outros.
A Assembleia Legislativa também indicou cinco deputados estaduais para fiscalizar o andamento do trabalho. Mesmo sem ter data de conclusão do Aquário, o ex-governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), comprou material vivo que faria parte da atração, porém mais de 10 mil deles já morreram.
Saiba Mais
"Funcionaria como aquário, museu e zoológico, tudo por meio de tecnologia de virtualização, agregando nossa fauna, flora e memória histórica", explicou. A proposta foi apresentada ao tucano na manhã de segunda-feira (22), antes da reunião entre a Rumo/ALL e a bancada federal sul-mato-grossense.
Na opinião de Vander, esta seria uma boa saída para resolução do problema que o Aquário se tornou, entretanto, esclarece que trata-se de uma ideia que necessita de estudo mais aprofundado. A obra foi iniciada em 2011 e a estimativa é de que seja inaugurada em 2016, porém sem dia ou mês definido.
"Não há como voltar atrás na questão da obra, muito recurso público já foi gasto e ainda será necessário mais dinheiro para concluí-la. A questão agora é o que o Governo do Estado vai fazer para custear o funcionamento do aquário. Já se sabe que o custo operacional do projeto é alto, por isso uma solução seria justamente transformar esse grande espaço físico em um espaço virtual", disse.
Até o momento, segundo últimos dados divulgados, a obra já consumiu R$ 173 milhões dos cofres públicos, sendo que inicialmente a previsão de gastos era de R$ 87 milhões. Para auditar e diagnosticar o atual estado da construção, Azambuja montou comissão com integrantes do Ministério Público do Estado (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE/MS), entre outros.
A Assembleia Legislativa também indicou cinco deputados estaduais para fiscalizar o andamento do trabalho. Mesmo sem ter data de conclusão do Aquário, o ex-governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), comprou material vivo que faria parte da atração, porém mais de 10 mil deles já morreram.
sábado, 20 de junho de 2015
Dança Diferente
Maglore
A gente tenta
E reinventa formas de pensar
Sempre se convencendo
Que viver é bom
Como um abraço com os olhos
Fácil de sacar
Como estranhos
Que viveram um grande amor
E aí vem a condição de pensar
Sempre no se fosse
Se antes não fosse
Se agora fosse
Mudaria alguma coisa no final?
A gente vai seguindo em frente
A gente ri de si pra não chorar
Como uma dança diferente
Enlouquecendo para se curar
A solidão e os fones das pessoas na estação
E um labirinto pra se livrar da dor
A força imensa dos que ainda podem
Se alegrar
Guiam de forma branda os seus corações
E aí vem a condição de pensar
Sempre no se fosse
Se antes não fosse
Se agora fosse
Mudaria alguma coisa no final?
A gente vai seguindo em frente
A gente ri de si pra não chorar
Como uma dança diferente
Se esbarrando até se encontrar
E reinventa formas de pensar
Sempre se convencendo
Que viver é bom
Como um abraço com os olhos
Fácil de sacar
Como estranhos
Que viveram um grande amor
E aí vem a condição de pensar
Sempre no se fosse
Se antes não fosse
Se agora fosse
Mudaria alguma coisa no final?
A gente vai seguindo em frente
A gente ri de si pra não chorar
Como uma dança diferente
Enlouquecendo para se curar
A solidão e os fones das pessoas na estação
E um labirinto pra se livrar da dor
A força imensa dos que ainda podem
Se alegrar
Guiam de forma branda os seus corações
E aí vem a condição de pensar
Sempre no se fosse
Se antes não fosse
Se agora fosse
Mudaria alguma coisa no final?
A gente vai seguindo em frente
A gente ri de si pra não chorar
Como uma dança diferente
Se esbarrando até se encontrar
Humor Trash - "Semana Santa" tem peixe a vontade em MS
Falta de conhecimento pode ser causa da morte de 10 mil peixes do Aquário
Especialistas da área do aquarismo questionam os motivos que levaram a mortandade de mais de 10 mil peixes, que estavam no processo de quarentena do Aquário do Pantanal e estão revoltados com o descaso ocorrido em Campo Grande. O oceanólogo Hugo Gallo Neto, fundador do Aquário de Ubatuba (SP), que denunciou irregularidades ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul, suspeita de falta de conhecimento dos responsáveis pelo projeto.
De acordo com o relatório, 80% dos peixes morreram em razão da mudança brusca da temperatura; 10% relacionados ao transporte dos animais e 10% teria sido provocado por doenças, causadas por bactérias, fungos, vírus, parasitas e por deficiências nutricionais.
No entanto, Hugo Gallo considerou o documento “muito pobre em informações sobre o sistema de suporte à vida”. Segundo o oceanólogo, o projeto de uma boa quarentena é algo que técnicos especialistas em aquários e sistemas de aquicultura podem desenvolver, “mas com conhecimento sobre as necessidades dos organismos aquáticos em relação aos parâmetros físico-químicos da água, comportamento, espaço, abrigos.”
Para o técnico agrícola e jornalista, Pedro Spindola, outro experiente especialista em peixes, a situação atual do Aquário do Pantanal “é caótica, digna de preocupação e merece providências urgentes, para que o prejuízo não seja maior do que já está ocorrendo”.
Pedro Spíndola, em artigo publicado, ontem, no Campo Grande News, considerou que os peixes foram comprados antes do tempo “a preço de ouro” e que foram confinados em grandes caixas d’água plásticas, com uma lotação superior ao recomendado, sendo alimentados com ração, “configurando-se em uma prática absolutamente fora dos padrões técnicos mínimos recomendados.” Para ele, se o Aquário fosse feita pela iniciativa privada, os órgãos de fiscalização e controle ambiental jamais aprovariam.
Segundo Spíndola, a morte dos peixes provocado pelo frio jamais deveria ter acontecido. “O mais inexperiente aquarista amador sabe que na época do frio a água de todo aquário tem que ser aquecida”, escreveu. Ele também questionou a morte por fungos, que seria inadmissível. “Não morreriam todos assim de repente. Existe prevenção e existem tratamentos. A vida não aceita improvisos.”
Mesma visão do oceanólogo Hugo Gallo, que atribuiu a mortandade dos peixes, nesse nível, como a falta de capacidade técnica da equipe responsável pelo planejamento da quarentena, “bem como da irresponsabilidade dos gestores e da equipe de assessores técnicos, contratados por vultuosas quantias para assessorar a obra e a implantação da coleta, quarentena e povoamento dos aquários.”
Conforme Hugo Gallo, o fluxo aberto, com entrada de água nova e saída de água suja, não é adequado para manutenção de espécies tão diversas, com necessidades tão diferentes em termos de temperatura e pH, sem o devido controle e atuação sobre os parâmetros físico-químicos da água que entra nos recintos.
Hugo Gallo disse que choques de temperatura assim como de pH (usado para medir o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade da água) podem ser fatais para muitos animais. “Aparentemente não havia nenhum sistema de controle de temperatura o que é básico para qualquer quarentena, ainda mais se falando de espécies de clima tropical”, lembrou o oceanólogo.
Para o especialista paulista, há um grau de dificuldade a ser considerado para a manutenção de espécies pouco conhecidas. Contudo, segundo Hugo Gallo, o relatório aponta mortandade massiva de animais amazônicos e asiáticos, cuja manutenção em aquários já é bastante conhecida.
Os dois especialistas também frisaram que o período de quarentena serve apenas para a manutenção temporária das espécies, em observação e (ou) tratamento por tempo determinado (normalmente até quarenta dias), para avaliar ou melhorar a saúde e evitar que possíveis patógenos e doenças sejam introduzidas no aquário.
Outro ponto comum importante a ser considerado é a responsabilidade dos gestores e assessores técnicos que permitiram a captura e o início da quarentena em período tão distante da inauguração do aquário.
A reportagem fez diversas tentativas de falar com o diretor da Anambi, Geraldo Augusto da Silva, mas não foi atendido.
Inquérito - O MPE/MS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul), por meio da Promotora de Justiça Luz Marina Borges Maciel Pinheiro, titular da 26ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Campo Grande, abriu inquérito na semana passada para apurar irregularidades na construção do Aquário do Pantanal, como a morte de mais de 10 mil peixes que estavam na quarentena.
De acordo com o MPE/MS, o objetivo é apurar eventuais irregularidades envolvendo o licenciamento ambiental da obra, a captura, o manejo e a guarda das diversas espécies de peixes destinados à exposição no Aquário do Pantanal.
Laudo - Analistas ambientais do Cepta (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais), órgão integrante do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e com sede em Pirassununga (SP), vieram, nessa semana, a Campo Grande para avaliar a situação dos peixes em quarentena.
Conforme a assessoria de imprensa da Semade (Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico), o laudo técnico deve ser entregue na próxima semana e nortear as medidas que serão adotadas pela pasta.
http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/falta-de-conhecimento-pode-ser-causa-da-morte-de-10-mil-peixes-do-aquario
Veja Mais
› Especialistas de SP vão emitir parecer sobre peixes do Aquário do Pantanal
› Entrou água do Aquário
A empresa Anambi (Análise Ambiental) responsável pelo projeto quarentena do Aquário do Pantanal apresentou, no início de maio um relatório à Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento de Ensino, Ciências e Tecnologia do Mato Grosso do Sul), informando os procedimentos da quarentena e os motivos que resultaram na morte 10.160 peixes, instalados nos tanques na sede da PMA (Polícia Militar Ambiental), no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.› Especialistas de SP vão emitir parecer sobre peixes do Aquário do Pantanal
› Entrou água do Aquário
De acordo com o relatório, 80% dos peixes morreram em razão da mudança brusca da temperatura; 10% relacionados ao transporte dos animais e 10% teria sido provocado por doenças, causadas por bactérias, fungos, vírus, parasitas e por deficiências nutricionais.
No entanto, Hugo Gallo considerou o documento “muito pobre em informações sobre o sistema de suporte à vida”. Segundo o oceanólogo, o projeto de uma boa quarentena é algo que técnicos especialistas em aquários e sistemas de aquicultura podem desenvolver, “mas com conhecimento sobre as necessidades dos organismos aquáticos em relação aos parâmetros físico-químicos da água, comportamento, espaço, abrigos.”
Para o técnico agrícola e jornalista, Pedro Spindola, outro experiente especialista em peixes, a situação atual do Aquário do Pantanal “é caótica, digna de preocupação e merece providências urgentes, para que o prejuízo não seja maior do que já está ocorrendo”.
Pedro Spíndola, em artigo publicado, ontem, no Campo Grande News, considerou que os peixes foram comprados antes do tempo “a preço de ouro” e que foram confinados em grandes caixas d’água plásticas, com uma lotação superior ao recomendado, sendo alimentados com ração, “configurando-se em uma prática absolutamente fora dos padrões técnicos mínimos recomendados.” Para ele, se o Aquário fosse feita pela iniciativa privada, os órgãos de fiscalização e controle ambiental jamais aprovariam.
Segundo Spíndola, a morte dos peixes provocado pelo frio jamais deveria ter acontecido. “O mais inexperiente aquarista amador sabe que na época do frio a água de todo aquário tem que ser aquecida”, escreveu. Ele também questionou a morte por fungos, que seria inadmissível. “Não morreriam todos assim de repente. Existe prevenção e existem tratamentos. A vida não aceita improvisos.”
Mesma visão do oceanólogo Hugo Gallo, que atribuiu a mortandade dos peixes, nesse nível, como a falta de capacidade técnica da equipe responsável pelo planejamento da quarentena, “bem como da irresponsabilidade dos gestores e da equipe de assessores técnicos, contratados por vultuosas quantias para assessorar a obra e a implantação da coleta, quarentena e povoamento dos aquários.”
Conforme Hugo Gallo, o fluxo aberto, com entrada de água nova e saída de água suja, não é adequado para manutenção de espécies tão diversas, com necessidades tão diferentes em termos de temperatura e pH, sem o devido controle e atuação sobre os parâmetros físico-químicos da água que entra nos recintos.
Hugo Gallo disse que choques de temperatura assim como de pH (usado para medir o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade da água) podem ser fatais para muitos animais. “Aparentemente não havia nenhum sistema de controle de temperatura o que é básico para qualquer quarentena, ainda mais se falando de espécies de clima tropical”, lembrou o oceanólogo.
Para o especialista paulista, há um grau de dificuldade a ser considerado para a manutenção de espécies pouco conhecidas. Contudo, segundo Hugo Gallo, o relatório aponta mortandade massiva de animais amazônicos e asiáticos, cuja manutenção em aquários já é bastante conhecida.
Os dois especialistas também frisaram que o período de quarentena serve apenas para a manutenção temporária das espécies, em observação e (ou) tratamento por tempo determinado (normalmente até quarenta dias), para avaliar ou melhorar a saúde e evitar que possíveis patógenos e doenças sejam introduzidas no aquário.
Outro ponto comum importante a ser considerado é a responsabilidade dos gestores e assessores técnicos que permitiram a captura e o início da quarentena em período tão distante da inauguração do aquário.
A reportagem fez diversas tentativas de falar com o diretor da Anambi, Geraldo Augusto da Silva, mas não foi atendido.
Inquérito - O MPE/MS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul), por meio da Promotora de Justiça Luz Marina Borges Maciel Pinheiro, titular da 26ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Campo Grande, abriu inquérito na semana passada para apurar irregularidades na construção do Aquário do Pantanal, como a morte de mais de 10 mil peixes que estavam na quarentena.
De acordo com o MPE/MS, o objetivo é apurar eventuais irregularidades envolvendo o licenciamento ambiental da obra, a captura, o manejo e a guarda das diversas espécies de peixes destinados à exposição no Aquário do Pantanal.
Laudo - Analistas ambientais do Cepta (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais), órgão integrante do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e com sede em Pirassununga (SP), vieram, nessa semana, a Campo Grande para avaliar a situação dos peixes em quarentena.
Conforme a assessoria de imprensa da Semade (Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico), o laudo técnico deve ser entregue na próxima semana e nortear as medidas que serão adotadas pela pasta.
http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/falta-de-conhecimento-pode-ser-causa-da-morte-de-10-mil-peixes-do-aquario
domingo, 14 de junho de 2015
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