quarta-feira, 8 de julho de 2015

Lembrança da aula de Estudos Sociais - 4ª Séria: Aula - Política do Pão e Circo.

08/07/2015 15:56

Ministro afirma que Aquário é obra ousada e o compara aos feitos de JK

Lidiane Kober e Filipe Prado
Ministro visitou as obras do Aquário do Pantanal (Foto: Marcos Ermínio)Ministro visitou as obras do Aquário do Pantanal (Foto: Marcos Ermínio)
O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Roberto Mangabeira Unger, classificou, nesta quarta-feira (8), o Aquário do Pantanal como uma “obra muito audaciosa” e o comparou a ações desenvolvidas no governo do ex-presidente Juscelino Kubitschek, responsável pela construção de Brasília para ser a nova capital federal.
“É uma obra muito ousada, como na época do JK que fez coisas audaciosas”, afirmou o ministro, após visitar o Aquário do Pantanal, em construção do Parque das Nações Indígenas. No percurso, ele observou muito e falou pouco.
No final, em entrevista coletiva, Mangabeira disse que o Aquário é “a união do turismo com a pesquisa”. “Mas o mais importante é o fortalecimento do sentimento de identidade coletiva, as pessoas vão vir aqui, ver os animais da região e se sentir satisfeitas”, completou.
Para ele, o local escolhido é estratégico “É bom, porque tem abundância de natureza”, explicou. O ministro ainda caracterizou o Aquário como “uma inspiração”, que exige “desafio permanente, pela necessidade de inovação constante”.
A obra foi idealizada pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB) para ser o maior aquário de água doce do mundo e uma obra emblemática para Campo Grande. Na largada, ela foi orçada em R$ 87 milhões e deve ser concluída, após investimento estimado em R$ 230 milhões.
Logo que assumiu, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) mandou fazer auditoria e paralisou as obras até a conclusão da investigação. Ele acha que a população de Mato Grosso do Sul tem prioridades mais importantes, mesmo assim, promete terminar a obra "com dor no coração".


http://www.campograndenews.com.br/

VIXI - Após morte de tartarugas, ditador manda executar chefe de aquário - É TUDO CULPA DO PETÊ


Após morte de tartarugas, ditador manda executar chefe de aquário
08/07/2015 - as 15:00:00
Mundo - Kim Jong-un, atual ditador norte-coreano, mandou executar o administrador de um aquário na região da capital do país (Pyongyang) após ficar insatisfeito com seu serviço.

Segundo informações publicadas na coluna F5 da Folha de S.Paulo, um trabalhador foi executado após a morte de dezenas de filhotes de tartaruga.

No entanto, alguns coreanos afirmaram que a culpa das mortes não era do homem que foi morto.

Durante a inspeção feita pelo líder no local, s funcionários argumentaram que as mortes se deram porque não havia comida disponível para os animais e a energia elétrica estava em falta, o que irritou mais ainda o ditador da Coreia do Norte.

A execução foi confirmada pela agência de notícias norte-coreana Daily NK.

"Ele foi executado porque alguns dos tanques não tinham os suprimentos necessários com comida e água, o que levou à morte de muitas tartarugas", disse uma fonte anônima à agência.

terça-feira, 7 de julho de 2015

 

Nota da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde contra os atos de intolerância religiosa


As religiões sempre ocuparam papel importante em nosso país, na construção social, política, cultural, influenciando formas de ser e agir em nossa sociedade. Isso pode ser constatado em nosso cotidiano quando nos deparamos com símbolos religiosos em hospitais, fóruns, ou em outros espaços públicos, nos feriados religiosos como: Sexta Feira da Paixão, Corpus Christi, Dia de Nossa Senhora Aparecida que é considerada a Padroeira do Brasil. Nos quartos de hotéis quando abrimos as gavetas e lá está o Novo Testamento, na virada do ano quando levamos flores e presentes para Iemanjá, nas escolas com o ensino religioso.
Sabemos que as religiões são reconhecidas como um direito humano e encontram proteção no texto constitucional brasileiro, ao lado de afirmativas da laicidade do Estado, que terá a obrigação de proteger indivíduos e grupos para o exercício de suas crenças, assim como devem ser protegidos os direitos daqueles que não tem religião no Brasil.
Verificamos hoje no Brasil o aumento da intolerância religiosa que vem crescendo e atingindo principalmente as religiões afro-brasileiras, devido ao papel que o racismo tem na produção de suas tentativas de inferiorização somando-se a desigualdade social, a discriminação racial e de gênero, além do preconceito de classe, da homofobia, lesbofobia e transfobia.
Dados históricos mostram que o Brasil só vem dando continuidade ao processo iniciado anos atrás de violação de direitos, com a autorização do Estado Brasileiro que deveria fazer cumprir a Constituição Brasileira, que estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida na forma de lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias. 
Isso pode ser constatado no Quebra de Xangô, em 02 de fevereiro de 1912, com a invasão e destruição dos terreiros em Alagoas(Maceió), um violento episódio de perseguição aos Pais e Mães de Santo. No Rio de Janeiro não foi diferente e temos a prova viva da violação dos direitos do povo de terreiros na “assim chamada” Coleção Magia Negra. Essa coleção é constituída de adereços e insígnias dos Orixás que foram retirados sem autorização dos terreiros, apreendidos pela polícia e foi fruto da repressão policial às casas de santo na primeira metade do século XX. A coleção encontra-se, ainda hoje, sob a custódia do Museu da Polícia Civil do Rio de Janeiro, perpetuando uma memória viva de um dos aspectos da violência e de desrespeito à dignidade humana e a uma tradição religiosa.
Hoje nada mudou, pois a intolerância religiosa se afirma com a conivência do Estado Brasileiro que prefere ficar omisso a essa questão apesar da Constituição Brasileira e de ser signatário de vários Tratados Internacionais como a Declaração Universal de Direitos Humanos e da Declaração para a Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação baseada na Religião ou crença adotada pela ONU em 1981. E ainda descumpre o Estatuto da Igualdade Racial (Lei Federal nº 12.288 – 20 de junho de 2010) que possui um capítulo voltado para as religiões de matriz africana no qual “diz: as religiões de matriz africana são reconhecidas juridicamente com estatuto de religião, em patamar de igualdade com todas as demais confissões religiosas. A liberdade de crença contempla: liberdade de liturgia; livre exercício do culto e proteção aos locais de culto. Ao poder público cabe combater a intolerância e discriminação que se abatem sobre fiéis No tocante aos meios de comunicação, é dever do Estado coibir a difusão de imagens e abordagens que exponham pessoas ao ódio ou escárnio motivados por preconceito contra as Religiões Afro-Brasileiras.”
Estamos diante de uma grande questão: como o poder público vem combatendo a intolerância religiosa e a discriminação?
Os acontecimentos mostram que o poder público não tem essa pauta como prioridade, muito pelo contrário, onde muitas das vezes ele é o próprio agente opressor, como foi o caso em 2008, da demolição parcial do Terreiro Oyá Onipó Neto por funcionários da Superintendência Municipal de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) na Bahia.
Outro episódio que aconteceu em 25 de agosto de 2014 e que foi noticiado na televisão, mostrou um estudante de 12 anos impedido de entrar na escola pública em que estudava por usar guias de candomblé. O caso ocorreu na escola municipal Francisco Campos, na cidade do Rio de Janeiro. A pesquisadora Denise Carrera, ligada à Plataforma de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Dhesca Brasil), levantou casos semelhantes de intolerância religiosa em escolas de três estados brasileiros :Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Ela observou que “ a intolerância religiosa no Brasil se manifesta principalmente contra as pessoas vinculadas às religiões de matriz africana. Dessa forma, a gente entende que o problema está muito ligado ao desafio do enfrentamento do racismo, já que essas religiões historicamente foram demonizadas”.
No Rio Grande do Sul o povo de umbanda e do batuque foi vencedor no projeto que tramitava no Legislativo deste estado que proibia o uso de animais em rituais pelas religiões afro-brasileiras. O povo de terreiro saiu às ruas, e lutou para garantir que a Constituição Brasileira fosse respeitada, já que assegura a liberdade de crença e livre exercício de culto. Paradoxalmente o projeto que queria proteger os animais não interferia nos abatedouros e aviários mostrando nitidamente um cunho racista e de intolerância ao grupo afro-religioso.
Um fato atual de intolerância religiosa que causou grande constrangimento aconteceu nesses últimos dias quando uma menina de 11 anos, iniciada no Candomblé, sofreu uma pedrada quando seguia com parentes e irmãos de santo para um terreiro na Vila da Penha no Rio de Janeiro. O fato comoveu a nação e mais uma vez o povo de terreiro precisa sair às ruas para mostrar o seu descontentamento e tomar posição no enfrentamento da intolerância religiosa e na garantia dos seus direitos.
É interessante perceber o movimento das autoridades do governo, e de algumas lideranças de outras tradições religiosas que receberam a menina e lhe prestaram solidariedade. Mas é preciso ir além, pois só esse tipo de postura não garante o cumprimento da legislação, e não muda a posição do Estado diante de todos os acontecimentos e episódios que revelam sua omissão.
É preciso perceber também o nosso próprio movimento enquanto lideranças de terreiros e que rumos queremos tomar. Perceber que o nosso trabalho precisa ser intenso de norte a sul do país, pois os casos aqui relatados de intolerância religiosa foram aqueles que ganharam mídia e portanto foram visibilizados, porém, temos muitos outros casos acontecendo que não tomam essa dimensão, ou seja, nem tomamos conhecimento.
É preciso compreender que racismo e todas as formas de intolerâncias causam sofrimento psíquico e que não afetam somente a pessoa, afetam sua família e sua comunidade.
Estamos em tempo de realização de diversas conferências nacionais e temos que incluir essa luta em nossas pautas. E como já se aproximam as eleições municipais, a nossa atenção também deverá ser cuidadosa para eleger representantes que defendam nossos direitos e a nossa tradição.
Entendemos que transformar esta realidade deve ser um compromisso de governos, segmentos religiosos, movimentos sociais e de todas as pessoas para a construção de uma sociedade fundada em valores que fortaleçam o respeito à diversidade religiosa, aos direitos humanos e a uma cultura de paz.
Precisamos continuar lutando para que as diversas formas de intolerâncias sejam coisas do passado e que os direitos sejam realmente garantidos para todas e todos, religiosos ou não.
Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde

Sérgio Vaz: “Sou a favor do aumento da maioridade escolar”

Redação
março 31, 2015 12:38

Sérgio Vaz: “Sou a favor do aumento da maioridade escolar”

       

Na semana em que a Câmara dos Deputados discute a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, o poeta dá sua contribuição ao debate: “Isso mesmo, lugar de criança é presa na Escola (das 8h às 17h) e sendo torturada por aulas de Matemática, Português, Ciência, Música, Teatro, Geografia, Química, Física… Ou tomando banho de sol enquanto fazem Educação Física”
Por Redação
Na semana em que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, o poeta Sergio Vaz, fundador da Cooperifa, dá sua contribuição ao debate.
Nesta terça-feira (31), enquanto os parlamentares votam a admissibilidade da matéria no Congresso, Vaz publicou texto sobre o assunto em sua página no Facebook. Confira:
LUGAR DE CRIANÇA É PRESA NA ESCOLA
Sou a favor do aumento da maioridade escolar.
Isso mesmo, lugar de criança é presa na Escola (das 8h às 17h) e sendo torturada por aulas de Matemática, Português, Ciência, Música, Teatro, Geografia, Química, Física… Ou tomando banho de sol enquanto fazem Educação Física.
Quando elas começarem a criar asas, trancá-las na biblioteca para aprenderem a lapidar sonhos.
Nessa cadeia os professores com super salários, super treinamento, super motivados não deixarão nada, nem ninguém escapar da castigo da sabedoria. Serão tempos difíceis para a ignorância.
Depois de cumprirem pena e se tornarem cidadãos terão liberdade assistida… Pelos pais orgulhosos.
Sérgio Vaz”
(Foto: Reprodução/Facebook)
 
 

Tenho um coração
Dividido entre a esperança e a razão
Tenho um coração
Bem melhor que não tivera

Esse coração
Não consegue se conter ao ouvir tua voz
Pobre coração
Sempre escravo da ternura

Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido aquário mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti

Um peixe
Para enfeitar de corais tua cintura
Fazer silhuetas de amor à luz da lua
Saciar esta loucura
Dentro de ti

Canta, coração
Que esta alma necessita de ilusão
Sonha, coração
Não te enchas de amargura

Esse coração
Não consegue se conter ao ouvir tua voz
Pobre coração
Sempre escravo da ternura

Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido aquário mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti

Um peixe
Para enfeitar de corais tua cintura
Fazer silhuetas de amor à luz da lua
Saciar esta loucura
Dentro de ti

Uma noite
Para unirmos até o fim
Cara a cara, beijo a beijo
E viver para sempre
Dentro de ti


Link: http://www.vagalume.com.br/fagner/borbulhas-de-amor.html#ixzz3fBqN87a5

"Às vezes a gente não enxerga tudo. O governo é grande e se tiver acontecendo algo errado, por favor, denuncie”, pediu." Poxa, mas o aquário é imensooo. TEM QUE TER MUITO ÓLEO DE PEROBA PRA PASSAR NESSA CARA DE MADEIRA. Transição PSDB-PMDB - É TUDO CULPA DO PT!!

06/07/2015 17h38 - Atualizado em 06/07/2015 17h38

Governador pede ajuda da população para combater atos corruptos

O tucano quer que o cidadão denuncie atos corruptos
Durante agenda pública em Douradina, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu que a população o ajude a combater possíveis atos corruptos que possam ocorrer em seu governo. Segundo tucano, a administração é muito grande e, por isso, não há como ele mesmo fiscalizar tudo, desta forma cabe ao cidadão vigiar o erário público. Sobrou críticas até para o governo federal que protagoniza escândalos de corrupção desde ano passado. 
Saiba Mais 

“Cabe a todos nós combatermos esse mal chamado corrupção que está acabando com o Brasil. É inaceitável que o dinheiro público seja desviado. Por isso, se souberem de alguma coisa errada no governo do Estado o cidadão tem o direito de denunciar. Às vezes a gente não enxerga tudo. O governo é grande e se tiver acontecendo algo errado, por favor, denuncie”, pediu.
Ele voltou a falar sobre o portal da transparência que o Executivo disponibilizará nas próximas semanas no qual a população poderá conferir todos os movimentos financeiros, bem como salários dos mais de 77 mil servidores públicos. Azambuja acredita que tornar os atos do governo transparentes aproxima o eleitor, traz para perto da política e resgata a confiança na esfera política.
“Não temos a nada a esconder queremos aproximar as pessoas do governo”, completou. Outra questão que ele considera benéfica ao relacionamento cidadão/Executivo é o fato de ter sancionado projeto de lei que proíbe a troca de marca do governo quando um novo administrador é empossado. “Daqui para frete a marca é Governo de Mato Grosso do Sul com as cores da bandeira. Acabou essa história de mudar governador, mudar marca, cor, tudo. Nós somos todos Mato Grosso do Sul”, discursou.
O tucano voltou a dizer que ajudará os 79 municípios independente de partido e criticou o ex-governador, André Puccinelli (PMDB), alegando que o peemedebista só ajudava prefeitos que eram aliados políticos, lembrando que ele mesmo foi vítima quando era gestor de Maracaju. “Cidades deixaram de ser atendidas pelo governo anterior que não enxergava as pessoas e sim os partidos. Não se pode governar pensando em partidos, foi isso que aconteceu no Brasil e arrebentaram o País”, avaliou.
18/04/2015 19h29 - Atualizado em 18/04/2015 19h35

Maior aquário marinho da América do Sul, no RJ, tem 70% da obra concluída

Ao todo, 28 tanques, mesmo vazios, já impressionam pelo tamanho.
Eles vão receber oito mil animais de 350 espécies diferentes.

Do G1 Rio
O AquaRio, que será o maior aquário marinho da América do Sul, na Zona Portuária, já está com 70% das obras concluídas. A atração só deve ser aberta para visitas no primeiro semestre de 2016, mas, neste sábado (17), os doze vencedores de um concurso puderam ter uma ideia de como o Áqua Rio vai ficar.
“Aqui a gente está vendo como é que a estrutura está nascendo, como ele é feito. O que dá suporte a essa estrutura. Por isso que eu acho interessante vir conhecer”, disse o biólogo Marcelo da Silva Mello.

Os 28 tanques, mesmo vazios, já impressionam pelo tamanho. Eles vão receber oito mil animais de 350 espécies diferentes. Por ali, os visitantes vão poder nadar com peixes, arraias, tartarugas e bem próximo de tubarões.
“O nosso aquário, como os bons aquários, está focado no tripé educação, pesquisa e conservação. Esse é o nosso forte para esse aquário. É lógico, a gente está falando de entretenimento, a gente tá falando de lazer, que são esses motes que também fazem parte do aquário. Mas, principalmente, a gente vai ter uma boa parte forte de educação ambiental para as crianças, principalmente para as crianças” contou o biólogo Marcelo Szpilman.