quarta-feira, 18 de maio de 2016

PUTA Q O PARIUUU



Wagner Moura: O pior ainda está por vir

17 de maio de 2016 às 13h21
           
Captura de Tela 2016-05-17 às 13.20.22
Wagner Moura: O pior ainda está por vir
via Vermelho, 17.05.2016
Escrevi essa resposta-texto para jornalistas do Estado [de São Paulo] e da Zero Hora que queriam minha opinião sobre a extinção do Minc. O Zero Hora vai dar. O Estado se recusou:
A extinção do Minc é só a primeira demonstração de obscurantismo e ignorância dada por esse Governo ilegítimo.
O pior ainda está por vir.
Vem aí a pacoteira de desmonte de leis trabalhistas, a começar pela mudança de nossa definição de trabalho escravo, para a alegria do sorridente pato da Fiesp [Federação das Indústrias de São Paulo], que pagou a conta do golpe.
Começaram transformando a Secretaria de Direitos Humanos num puxadinho do Ministério da Justiça.
Igualdade Racial e Secretaria da Mulher também: tudo será comandado pelo cara que no Governo Alckmin mandou descer a porrada nos estudantes que ocuparam as escolas e nos manifestantes de 2013.
Sob sua gestão, a PM de São Paulo matou 61% a mais.
Sabe tudo de direitos humanos o ex-advogado de Eduardo Cunha, o senhor Alexandre de Moraes.
Mas claro, a faxina não estaria completa se não acabassem com o Ministério da Cultura, que segundo o genial entendimento dos golpistas, era um covil de artistas comunistas pagos pelo PT para dar opiniões políticas a seu favor (?!).
Conseguiram difundir essa imbecilidade e ainda a ideia de que as leis de incentivo tiravam dinheiro de hospitais e escolas e que os impostos de brasileiros honestos sustentavam artistas vagabundos.
Os pró-impeachment compraram rapidamente essa falácia conveniente e absurda sem ter a menor noção de como funcionam as leis (criadas no Governo Collor!) e da importância do Minc e do investimento em Cultura para o desenvolvimento de um país. É muito triste tudo.
Vi um post em que Silas Malafaia comemorava a extinção “do antro de esquerdopatas”, referindo-se ao Minc. Uma negócio tão ignóbil que não dá pra sentir nada além de tristeza. Predominou a desinformação, a desonestidade e o obscurantismo.
Praticamente todos os filmes brasileiros produzidos de 93 para cá foram feitos graças à lei do Audiovisual. Como pensar que isso possa ter sido nocivo para o Brasil?!
Como pensar que o país estará melhor sem a complexidade de um Ministério que cuidava de gerir e difundir todas as manifestações culturais brasileiras aqui e no exterior?
Bradar contra o MinC e contra as leis (ao invés de contribuir com ideias para melhorá-las) é mais que ignorância, é má fé mesmo.
E agora que a ordem é cortar gastos, o presidente que veio livrar o Brasil da corrupção e seu ministério de homens brancos, com sete novos ministros investigados pela Lava Jato, começa seu reinado varrendo a Cultura da esplanada dos Ministérios… Faz sentido.
Os artistas foram mesmo das maiores forças de resistência ao golpe. Perdemos feio.
Acabo de ler que vão acabar também com a TV Brasil.
Ótimo. Pra que cultura?
Posso ouvir os festejos nos gabinetes da Câmara, nos apartamentos chiques dos batedores de panela, na Igreja de Malafaia e na redação da Veja:
“Acabamos com esse antro de artistazinhos comprados pelo PT! Estão pensando o que? Acabamos a mamata da esquerda caviar! Chega de frescura! Viva o Brasil!”
Trevas amigo… E o pior ainda está por vir.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

BARONESS



March To The Sea

There was an anchor
There was a silver-sweet refrain
You tucked your fingers in between my troubled bones
And what you did next was second-to-none
You really let us down
You tied yourself up
And jumped in the sea
Never to come home
Valium
You left me all alone
Tell me when
I will be whole again
There was a whisper
Once there were heralds and parades
You sang your secrets through the tolling of the tide
The fugitive rooms, the amateur tombs
The silence and cries
The quickening beat
Your march to the sea
Never to return
Sweet morphine
You’ve taken all of me
Let me know
When you will let me go
Heroin
Where did you take my friend?
Tell me why
Those ropes are hanging high
Valium
You left me all alone


Avalanche


A maior demonstração
De propagação do ser é o eco
Com ele meu grito tem força
Pra derrubar todos os prédios
Que não me deixam ver o sol
Eles não deixam eu ver o sol
Que não me deixam ver o sol
E eles não deixam eu ver o sol
Que não me deixam ver o sol
Eles não deixam eu ver o sol
Que não me deixam ver o sol
Pra me prender nesse labirinto de tédio

terça-feira, 10 de maio de 2016

http://www.cartacapital.com.br/revista/889/homens-na-era-da-tecnologia


 Homens na era da tecnologia
Criatividade, senso crítico e sensibilidade podem sobreviver à lógica impessoal da rapidez, do lucro e da eficiência?
por Tom Chatfield — publicado 10/05/2016 03h44
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Tecnologia
Tempos Modernos, 2001: Uma Odisseia no Espaço, Metropolis, Blade Runner
Quando penso no futuro das interações homem-máquina, duas ansiedades entrelaçadas me vêm à mente. Primeiro, existe a tensão entre existência individual e coletiva. A tecnologia nos conecta uns aos outros como nunca antes, e ao fazê-lo deixa explícito em que grau somos definidos e previstos pelos outros: o modo como nossas ideias e identidades não pertencem simplesmente a nós, mas fazem parte da oscilação da grande maré humana.
Isso sempre foi verdade, mas raramente foi mais evidente ou experimentado de forma tão constante. Pela primeira vez na história humana, a maior parte da população mundial não apenas é alfabetizada – conquista que tem menos de um século –, como também participa ativamente da cultura escrita e gravada, em razão dos dispositivos conectados que permeiam quase todos os países. Essa é uma coisa surpreendente, desconcertante, deliciosa: a multidão na nuvem tornando-se um fluxo de consciência compartilhada.
Segundo, existe a questão de como vemos a nós mesmos. A natureza humana é um conceito amplo e espaçoso, que a tecnologia modificou e expandiu ao longo da história. As tecnologias digitais nos desafiam mais uma vez a perguntar qual é o lugar que ocupamos no universo, o que significa ser criaturas com linguagem, autoconsciência e racionalidade.
Nossas máquinas ainda não são mentes, mas estão adquirindo cada vez mais atributos que costumávamos considerar unicamente humanos: raciocínio, ação, reação, linguagem, lógica, adaptação, aprendizado. Corretamente, temerosamente e hesitantemente, começamos a perguntar que consequências transformadoras trará essa última extensão e usurpação.

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Matrix, O Exterminador do Futuro e Ela (Her) (Foto: Courtesy of Warner Bros. Pictures)
Eu digo que essas ansiedades estão entrelaçadas porque, para mim, elas são acompanhadas de um erro comum: a superestimação de nossa racionalidade e nossa autonomia. Ao perguntarmos o que significa ser humano, tendemos a nos considerar mentes individuais e racionais e a descrever nossos relacionamentos com e por meio da tecnologia com base nisso: como “usuários” isolados cuja agência e liberdade são uma questão de técnicas e opções racionais; como realizadores de tarefas que são existencialmente ameaçados por qualquer agente mais eficiente.
Esta é uma visão das interações homem-máquina. Mas é também uma descrição dos seres humanos que nos dá ao mesmo tempo pouco crédito e crédito demais. Sabemos que somos criaturas teimosamente incorporadas, intensamente sociais e emocionais. Grande parte dos melhores trabalhos recentes em economia, psicologia e neurociência enfatizaram que não podemos ser desmembrados em capacidades distintas: em caixas semimecânicas e distintas de memória, processamento e geração.
Nem a língua, nem a cultura, nem a mente humana podem existir em isolamento ou brotar na existência totalmente formadas. Somos interdependentes em um grau que raramente admitimos. Temos pouco em comum com nossas criações – e o feio hábito de culpá-las por coisas que fazemos a nós mesmos.
O que torna tudo isso tão urgente é a natureza brutalmente darwiniana da evolução tecnológica. Nossas máquinas podem não estar vivas, mas as pressões evolucionárias que as cercam são exatamente tão intensas quanto na natureza, e com poucas de suas restrições. Vastas quantias de dinheiro estão em jogo, com corporações e governos disputando quem constrói sistemas mais velozes, eficientes e efetivos, para manter em funcionamento os ciclos de atualização do consumo. Ficar para trás – recusar-se a automatizar-se ou a adotá-los – é ser eliminado da concorrência.
Como indicou o filósofo Daniel Dennett, entre outros, essa lógica da atualização e adoção estende-se muito além de campos óbvios como finanças, guerra e manufatura. Se um algoritmo médico provar que produz diagnósticos mais precisos que um médico, recusar-se a usá-lo é ao mesmo tempo antiético e legalmente questionável. Conforme os carros semiautônomos ou autodirigidos se tornam mais acessíveis e legalizados, é difícil argumentar contra a tese ética e regulatória de que deveriam ser obrigatórios. E assim por diante. É provável que poucos campos do empreendimento humano permaneçam intocados.
As máquinas, em outras palavras, estão se tornando incrivelmente capazes de tomar decisões por nós, com base em vastas quantidades de dados – e se aperfeiçoam nisso em um ritmo igualmente surpreendente. Esqueça a hipotética emergência da inteligência artificial para fins gerais, pelo menos por enquanto: hoje transferimos cada vez mais do que acontece em nosso mundo à velocidade e eficiência de decididores que não pensam.
É exatamente porque nossas máquinas atuais não podem pensar nem sentir que isso importa. Nós as chamamos de “inteligentes” e nos maravilhamos com seus poderes; pintamos imagens de um mundo em que elas, e não nós, determinam o que e como fazemos. É inútil resistir: vemos propósito, autonomia e intenção em toda parte.
Mas, ao atribuirmos a nossos instrumentos agência e intenções que eles não possuem, deixamos de compreender vários pontos fundamentais. Os humanos não são lentos, idiotas e dirigidos para o monte de lixo evolucionário; a eficiência das máquinas é de fato um modelo muito ruim para compreendermos a nós mesmos; e cortar as pessoas de todo ciclo possível – para garantir velocidade, lucro, proteção ou sucesso militar – é um modelo ruim para um futuro em que os humanos e as máquinas maximizam igualmente suas capacidades.

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Blade Runner e 2001: Uma Odisseia no Espaço (Foto: Courtesy of Warner Bros. Pictures)
Nossas criações são eficazes em parte porque não têm o peso do que mais torna humanos os seres humanos: o caldeirão fervente da emoção, sensação, tendência e crença que constitui o cerne da vida mental. Somos criaturas belas e tendenciosas. A tecnologia e o intelecto nos permitem exteriorizar nossos objetivos, mas os fins somos nós que escolhemos.
Os incentivos que nossos instrumentos perseguem incansavelmente em nosso nome incluem um trabalho humano próspero e significativo, interações ricas e humanas? Acreditamos que essas coisas sejam inatingíveis, indecifráveis ou inúteis? Se não, quando vamos mudar nosso enfoque?
Se desejarmos construir não apenas máquinas melhores, mas relacionamentos melhores com e por meio das máquinas, precisamos começar a falar de modo muito mais rico sobre as qualidades desses relacionamentos; como funcionam exatamente nossos pensamentos, sentimentos e tendências; e o que significa almejar, além da eficiência, vidas que valham a pena viver.
Como é uma colaboração de sucesso entre humanos e máquinas? Eu diria que é uma em que os humanos continuam no ciclo, capazes de avaliar de forma transparente os incentivos de um sistema e influir em sua direção ou discutir sua alteração.
Como é uma colaboração de sucesso entre humanos mediada pela tecnologia? Já temos muitas dessas, e elas se caracterizam pela maximização de todos os recursos envolvidos: criatividade e questionamento humanos; a busca, velocidade, processamento e memória das máquinas; uma interação que envolve ambas as partes; e o reconhecimento de que a eficiência não é um fim em si, mas simplesmente uma medida de velocidade. 
Finalmente, sejamos claros sobre uma coisa. Estamos em uma época incrível para se viver, para debater essas questões juntos. Se há uma coisa que nossa crescente articulação coletiva como espécie produz é que as pessoas se importam, sobretudo, com as outras pessoas: o que elas pensam, fazem, acreditam, temem, odeiam, amam, riem – e o que podemos fazer juntos.
Nossas criações certamente se desenvolverão muito além de nossa atual compreensão: até onde e com que rapidez talvez seja nossa mais urgente pergunta existencial. Nossas melhores esperanças de progresso, entretanto, continuam bastante conhecidas: compreender melhor a nós mesmos; perguntar que objetivos podem servir não apenas à nossa sobrevivência, mas também ao nosso progresso; e lutar para construir sistemas que sirvam a esses, e não os subvertam.
(Trecho do discurso feito no lançamento do Programa de Ciências Humanas e a Era Digital, do Centro de Pesquisas em Ciências Humanas da Universidade de Oxford, em 21 de janeiro de 2016.)

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

MS não consegue sair das páginas policias dos jornais



Em grampo da PF, doleiro trata substituto de Cunha como 'chefe' e cita Bernal

Fabiano Inove
 

Brasília - Apontado pela Polícia Federal como líder de um esquema criminoso, o doleiro Fayed Treboulsi, sócio de Alberto Youssef e Carlos Habib trata o deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA) que substituiu Eduardo Cunha na presidência da câmara como "chefe" e cita Alcides Bernal, prefeito de Campo Grande.
No diálogo interceptado na Operação Miqueias, em 21 de novembro de 2012, o deputado orienta **Fayed, a quem chama de "meu irmão", a procurar o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, também do PP, para que tenham um "conversa social". **
"Deixa eu lhe dizer, amanhã quem vai estar aqui é o Bernal, lá de Campo Grande. Já teve com ele, né?..Se você tiver um tempinho, à noite, eu acho que vale a pena convidá-lo para ter uma conversa social, tá?...Eu vou te passar logo o telefone dele porque um convite seu é diferente, viu?".
Tanto Maranhão, quanto Alcides Bernal são lideranças nacionais do Partido Progressista e que ficaram na base de sustentação do governo Dilma Roussef. O partido é apontado pelo Procurador da República Janot em chefiar o esquema de corrupção na Petrobras juntamente com o Partido dos Trabalhadores (PT), e também responsável em desviar R$ 358 mi dos cofres da Petrobrás


Operação Miqueias que investiga Bernal e prefeito de Ponta Porã desencadeou Lava Jato
A operação descobriu uma quadrilha que direcionava recursos de fundos de pensão estadual e municipal para investimentos desvantajosos. Mais de trezentos policiais cumpriram 102 mandados judiciais, sendo 5 de prisão preventiva, 22 de prisão temporária e 75 de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.
Nessa investigação, foram verificadas irregularidades especificamente nos regimes próprios de Previdência Social das seguintes prefeituras: Manaus/AM, Queimados/RJ, Formosa/GO, Caldas Novas/GO, Cristalina/GO, Águas Lindas/GO, Itaberaí/GO, Pires do Rio/GO, Montividiu/GO, Jaru/RO, Barreirinhas/MA, Bom Jesus da Selva/MA, Santa Luzia/MA, Ponta Porã/MS, Porto Murtinho/MS. As 5 ultimas cidades comandadas por Waldir Maranhão, pelo prefeito Ludimar Novais (PDT) e pelo prefeito Heitor Miranda, irmão e tio de dois investigados da Lava Jato (Zeca do PT e Vander Loubet) todos aliados do PT, Lula e da presidente Dilma Roussef de primeira hora.
Operação Miquéias da PF combate fraudes em fundos de pensão municipal

Já sobre a participação do prefeito Alcides Bernal, a Policia Federal disse o seguinte:

Na investigação da Lava Jato, Maranhão foi citado por Alberto Youssef como um dos deputados do PP beneficiados por propinas de contratos da Petrobras. O doleiro disse que o atual presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), recebeu dinheiro oriundo de propinas pagas por empresas contratadas pela Petrobras.
“Não dá para dizer que esse dinheiro vinha do contrato A ou B. Era um somatório dos contratos”, disse. O pagamento a Maranhão teria sido feito diretamente por ele, dentro […]
O pagamento a Maranhão teria sido feito diretamente por ele, dentro do esquema de pagamento a deputados do PP, coordenado pelos líderes do partido na Câmara. A informação foi uma resposta a pergunta da deputada Eliziane Gama (PPS-MA), que queria saber quais políticos receberam propina por contratos feitos pela Petrobras para construir as usinas Premium 1 e 2.
Já segundo o Jornal O Globo desta sexta-feira (6), sobre o inquérito da Operação Lava-Jato que investiga o crime de formação de quadrilha, no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), reuniu provas da suposta participação do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), no esquema de desvios de recursos da Petrobras. A Polícia Federal (PF) constatou que Maranhão esteve num dos escritórios utilizados pelo doleiro Alberto Youssef em São Paulo. O registro de acesso traz nome, número do documento apresentado e fotografia do parlamentar, além do nome da pessoa visitada: “Carlos Alberto Youssef/Primo”.
http://www.jornali9.com/noticias/denuncia/em-grampo-da-pf-doleiro-trata-substituto-de-cunha-como-chefe-e-cita-bernal
 

Ainda existe AMOR em MS....



Ex-deputado e esposa estão presos; PF tem 15 mandados de prisão a cumprir

Aline dos Santos e Leandro Abreu
 
Giroto e Rachel foram presos hoje. Foto mostra casal em 2012, no dia da eleição em que Giroto era candidato. Giroto e Rachel foram presos hoje. Foto mostra casal em 2012, no dia da eleição em que Giroto era candidato.
Alvo da primeira fase da operação Lama Asfáltica, o ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto, foi preso na segunda etapa da ação, deflagrada nesta terça-feira (dia 10) pela PF (Polícia Federal). De acordo com o advogado Jail Azambuja, também foi presa Rachel Giroto, esposa do ex-secretário.
O advogado relata que foi acionado às 6h10 de hoje e ainda não tem informações sobre o motivo das prisões. Azambuja deixou a superintendência da Polícia Federal em Campo Grande e disse que ia até à sede da Justiça Federal para obter cópia da decisão. A PF não divulga o nome dos presos.
Nesta segunda fase, batizada de Fazendas de Lama, são 15 mandados de prisão temporária, 28 mandados de busca e apreensão, além de 24 mandados de sequestro de bens de investigados. Os mandados são cumpridos em Campo Grande, Rio Negro, Curitiba (PR), Maringá (PR) Presidente Prudente (SP) e Tanabi (SP).
Conforme a polícia, o nome Fazendas de Lama é referente à aquisição de propriedades rurais com recursos públicos desviados de contratos de obras públicas, fraudes em licitações e recebimento de propinas, resultando também em crimes de lavagem de dinheiro.
Na Capital, um equipe da PF foi ao apartamento do ex-governador André Puccinelli (PMDB). Outra equipe fechou a Seinfra (Secretaria Estadual de Infraestrutura), no Parque dos Poderes, em Campo Grande.
Nesta segunda fase, após a análise dos materiais apreendidos na primeira operação Lama Asfáltica, novas fiscalizações realizadas pela CGU (Controladoria-Geral da União) e Receita Federal encontraram indícios da prática dos crimes de lavagem de dinheiro, inclusive decorrentes de desvio de recursos públicos federais e provenientes de corrupção passiva, com a utilização de mecanismos para ocultação de valores, como aquisição de bens em nome de terceiros e saques em espécie. São investigados contratos com valor acima de R$ 2 bilhões.
http://www.campograndenews.com.br/cidades/ex-deputado-e-esposa-estao-presos-pf-tem-15-mandados-de-prisao-a-cumprir
 

Só isso??????????? Aqui ó.....tem muito mais genteeee



Oficial: veja a lista dos presos pela PF na Operação Fazendas de Lama

Aline dos Santos e Leandro Abreu
Nomes de presos foram repassados em coletiva de imprensa na PF. (Foto: Fernando Antunes)Nomes de presos foram repassados em coletiva de imprensa na PF. (Foto: Fernando Antunes)
A segunda fase da operação Lama Asfáltica, deflagrada nesta terça-feira (dia 10) pela PF (Polícia Federal) prendeu empresários, político e servidores. A lista de presos é formada por:
- João Alberto Krampe Amorim dos Santos (dono da Proteco Construções Ltda),
- Elza Cristina Araújo dos Santos (secretária e sócia de Amorim),
- Renata Amorim Agnoletto (filha de João Amorim)
- Ana Paula Amorim Dolzan (filha de João Amorim),
- Ana Lúcia Amorim (filha de João Amorim),
- Edson Giroto (ex-secretário estadual de Obras e ex-deputado federal),
- Rachel Rosa de Jesus Portela Giroto (esposa do ex-secretário),
- Wilson Roberto Mariano  de Oliveira - Beto Mariano -(servidor),
- Mariane Mariano  de Oliveira (filha de Wilson Mariano),
- Ana Cristina Pereira da Silva,
- André Luiz Cance (ex-secretário adjunto da Secretaria Estadual de Fazenda),
- Flávio Henrique Garcia (empresário),
- Evaldo Furrer Matos,
- Maria Vilma Casanova e
- Hélio Yudi Komiyama (servidor)
As prisões têm validade de cinco dias e podem ser prorrogadas ou transformadas em preventiva. Conforme a Polícia Federal, a superintendência não tem capacidade para abrigar os presos, que serão distribuídos para o sistema penitenciário estadual.
Nesta segunda fase, batizada de Fazendas de Lama, foram 28 mandados de busca e apreensão, além de 24 mandados de sequestro de bens de investigados. Os mandados são cumpridos em Campo Grande, Rio Negro, Curitiba (PR), Maringá (PR) Presidente Prudente (SP) e Tanabi (SP).
Na Capital, um equipe da PF foi ao apartamento do ex-governador André Puccinelli (PMDB). Outra equipe fechou a Seinfra (Secretaria Estadual de Infraestrutura), no Parque dos Poderes, em Campo Grande.
Nesta nova etapa, a Polícia Federal, CGU (Controladoria-Geral da União) e Receita Federal apuram indícios da prática dos crimes de lavagem de dinheiro, inclusive decorrentes de desvio de recursos públicos federais e provenientes de corrupção passiva. O esquema inclui utilização de mecanismos para ocultação de valores, como aquisição de bens em nome de terceiros e saques em espécie. São investigados contratos com valor acima de R$ 2 bilhões.
Conforme a polícia, o nome Fazendas de Lama é referente à aquisição de propriedades rurais com recursos públicos desviados de contratos de obras públicas, fraudes em licitações e recebimento de propinas, resultando também em crimes de lavagem de dinheiro. São investigados contratos com valor acima de R$ 2 bilhões.
A primeira fase da Lama Asfáltica foi realizada em 9 de julho de 2015. Na época, fiscalizações realizadas pela CGU revelaram prejuízo de aproximadamente R$ 11 milhões em obras.

http://www.campograndenews.com.br/cidades/oficial-veja-a-lista-dos-presos-pela-pf-na-operacao-fazendas-de-lama