domingo, 12 de junho de 2016



Vive A TU MANERA'

Soy piedra en el camino
Rodando contra mí destino
Soy luz de mi esperanza
Luchando se vence y se alcanza

Mi vida no es como se ve...
A pulso tuve que aprender
Si quieres no quedarte atrás
Pelea con la sociedad

¡Sentimiento Kike!

Siento todo a mi manera
El mundo es como yo quiera…

Vive a tu manera la vida es...
Sólo un camino hacia el final
Sólo un camino hacia el final
Vive a tu manera, la vida es...

Vive, vive a tu manera
La vida es como quieras
Tómala con calma
Pero si te esmeras
El tapete rojo,
Camina a tu antojo
Yo te lo aseguro
Nunca tendrás despojos

Vive a tu manera la vida es…
sólo un camino hacia el final,
sólo un camino hacia el final
vive a tu manera, la vida es…

No pero no pero no...
No te quedes afuera y vive a tu manera
La vida es como quieras
Esa chica que va caminando
Tiene su tumbao'
Lo tiene, lo tiene
¡Pero no camina de lao'!

Vive a tu manera la vida es…
Sólo un camino hacia el final,
sólo un camino hacia el final
Vive a tu manera la vida es...

sexta-feira, 10 de junho de 2016

VIXIIIIII- O que significa que essa crise que aparece diariamente nos jornais não passará. Ela ficará continuamente como um fantasma a justificar toda "austeridade". Haverá sempre um corte na previdência a fazer, uma restrição orçamentária a impor, gordura a cortar em uma "reestruturação permanente de tudo" que só não mudará uma coisa: a defesa da elite patrimonial, os rendimentos da oligarquia financeira’



Safatle: a crise é um modo de governo

:
‘O que significa que essa crise que aparece diariamente nos jornais não passará. Ela ficará continuamente como um fantasma a justificar toda "austeridade". Haverá sempre um corte na previdência a fazer, uma restrição orçamentária a impor, gordura a cortar em uma "reestruturação permanente de tudo" que só não mudará uma coisa: a defesa da elite patrimonial, os rendimentos da oligarquia financeira’, diz o filósofo Vladimir Safatle

10 de Junho de 2016 às 05:39

só mais uma criança assassinada........ só mais uma....



Perícia revela que menino morto por policiais não atirou e cena do crime foi alterada

Postado em 9 de junho de 2016 às 8:41 pm


Cena do crime alterada e nenhuma evidência de que tenha havido disparos partindo do carro onde estavam dois garotos, de 10 e 11 anos. São essas conclusões iniciais da perícia realizada pela Polícia Civil da zona sul de São Paulo. As informações são do Bom Dia São Paulo.
O menino mais jovem acabou morto pelos policiais militares com um tiro na cabeça. Os policiais afirmam que houve tiroteio.
O carro furtado de um condomínio na Vila Andrade, na zona sul, pelos meninos estava revirado, o corpo do garoto baleado havia sido mexido e a arma que um deles teria usado para disparar contra os policiais não estava no local do crime. Mas havia sido levada pelos PMs ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
A delegada que cuida da investigação quer ouvir os policiais nesta semana. O depoimento dos quatro PMs está marcado para esta sexta-feira (10).
Cena do crime alterada e nenhuma evidência de que tenha havido disparos partindo do carro onde estavam dois garotos, de 10 e 11 anos. São essas conclusões iniciais da perícia realizada pela Polícia Civil da zona sul de São Paulo. As informações são do Bom Dia São Paulo.
O menino mais jovem acabou morto pelos policiais militares com um tiro na cabeça. Os policiais afirmam que houve tiroteio.
O carro furtado de um condomínio na Vila Andrade, na zona sul, pelos meninos estava revirado, o corpo do garoto baleado havia sido mexido e a arma que um deles teria usado para disparar contra os policiais não estava no local do crime. Mas havia sido levada pelos PMs ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
A delegada que cuida da investigação quer ouvir os policiais nesta semana. O depoimento dos quatro PMs está marcado para esta sexta-feira (10).
Apoio aos PMs
police sao paulo O presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do Portal do Morumbi, Celso Cavallini, afirmou na quarta-feira (8), que a entidade vai “prestar todo o apoio” aos policiais militares envolvidos no caso que terminou na morte de um menino de 10 anos que, juntamente com o amigo de 11, furtou um carro de um condomínio na Vila Andrade, na zona sul.
Apoio aos PMs
police sao pauloO presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do Portal do Morumbi, Celso Cavallini, afirmou na quarta-feira (8), que a entidade vai “prestar todo o apoio” aos policiais militares envolvidos no caso que terminou na morte de um menino de 10 anos que, juntamente com o amigo de 11, furtou um carro de um condomínio na Vila Andrade, na zona sul.

KKKKKKK ------ LEGAL - BÃO DEMAIS-----KKKKKKKK - PARABÉNS COXINHADA - FROTA PRESIDÊNCIA....KKKKK



Janot tem as provas ou se matou

Janio pega o Gilmar (PSDB-MT) também
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publicado 09/06/2016
fantasia do japa
O Conversa Afiada reproduz artigo de Janio de Freitas, publicado na Fel-lha:


As três prisões

A devastação no conceito do país, qualquer país, feita por uma iniciativa como a do procurador-geral Rodrigo Janot dirigida ao Supremo Tribunal Federal, é de recuperação dificílima por muito tempo. Mas às vezes se justifica. Não é o caso, até se pode presumir com alguma base, do pedido de prisão de um ex-presidente da República, do presidente do Senado e do Congresso, e ainda de um senador. Tanto mais no ambiente de denúncias e delações vigente há dois anos e quando o interino da salvação escolhe, para o seu ministério, oito pendurados em acusações judiciais.

A menos que a fundamentação do pedido contenha razões ainda não divulgadas, não se limitando às gravações feitas por Sérgio Machado, o ato de Janot só pode ser visto como um impulso tático, emocional ou político. Razões para um sensato pedido de prisão, nenhum dos três deixou gravadas. Indicar advogados, como fez José Sarney, além de banal, não consiste em obstrução a coisa alguma.

Renan Calheiros reiterou uma tese defensável, presente em projeto no Congresso: não mais permitir delação premiada de preso. O uso da prisão para constranger, até à concordância em delatar, não é exceção. Na Lava Jato, há evidências de que se trata mesmo do método preferido, senão único.

Mas é coerção. Ou uma forma de chantagem, reprimida e punida quando praticada por assaltantes e sequestradores. Levado à consagração, o método da delação dispensaria a polícia investigativa e suas técnicas admiráveis. Bastaria o meganha para prender o futuro preso-delator. As provas? Ora, as provas. Fulano e sicrano disseram na delação, é quanto basta.

Romero Jucá é o único que apresenta visão objetiva e prática sobre o problema que a Lava Jato representa "para todos" no Congresso. Embora "todos" seja apenas retórico, haverá também gente atingida pela confusão vigente na Lava Jato entre dinheiro sujo, de corrupção, e doação de campanha cuja origem monetária o candidato desconhecia.

Reconhecido no Senado como articulador incomparável de fórmulas e acordos políticos (relatorias de "pepinos" em geral vão para ele), Jucá não negou a vocação quando provocado por Machado. Para "delimitar" a "sangria" provocada pela Lava Jato, Jucá propôs "um pacto amplo" dos partidos. Saída política, pois. Com imaginada participação até do Supremo. Em termos finais, modificaria ou interromperia a Lava Jato "no ponto até aqui". Nem por isso suscitou mais indícios que os de uma ideia fantasiosa, e não criminosa.

As comparações dos três com o caso de Delcídio do Amaral são infundadas. Delcídio propôs a fuga de um réu, ato ilegal, com o agravante de clandestinos. E se pôs como intermediário de proteção financeira para a família do fugitivo. É duvidoso de que propusesse o plano para realizar mesmo. As condições físicas de Nestor Cerveró lhe negam a hipótese de clandestinidade, tão fácil seria a identificação depois das suas fotos correrem mundo. Mas Delcídio propôs ilegalidades. Nada a ver com as respostas às instigações de Sergio Machado.

Além do mais, Rodrigo Janot sabe que o Senado não daria, por tão pouco, a necessária licença para a prisão dos dois senadores. O pedido que fez ao Supremo só pode ter motivação que não está nas gravações. E isso não quer dizer que apareça no pedido. Pode ser mais um dos expedientes já bem explorados na Lava Jato: de jogar verdes –e colher presos.

Ainda assim, o vazamento deu oportunidade a que o ministro Gilmar Mendes o considerasse "crime" e "abuso de autoridade". Os vazamentos anteriores, com outros personagens, nada lhe haviam parecido. São duas conquistas nossas, portanto. A segunda é a noção de "abuso de autoridade" demonstrada, e aparentemente despossuída quando o ministro reteve por ano e meio um voto, que expunha em entrevistas, para assim obstruir o fim das doações eleitorais de empresas.
 

 

legall...legal...bacana....BÃO DEMAIS....RSRSRS



Como Temer, o Japonês da Federal enganou os oportunistas que queriam ser enganados. Por Kiko Nogueira

Captura de Tela 2016-06-08 às 15.46.46

A saga do Japonês da Federal, preso por facilitação de contrabando, encarna à perfeição o roteiro do impeachment.
Newton Ishii pegou quatro anos e seis meses de prisão em regime semi aberto por causa de crimes na fronteira do Panará com o Paraguai.
Até ontem, era celebrado como herói absoluto do coxinismo revoltado online. Máscaras com sua face foram vendidas no Carnaval e exibidas com orgulho por milhares de seres que o viram em fotos conduzindo presos da Lava Jato.
Ishii encarnou o personagem que criaram para ele. Como um impostor — um Frank Abagnale Jr. do filme de Spielberg com Leonardo DiCaprio –, desempenhou o papel que lhe foi pedido.
Em fevereiro, numa visita à Câmara, boa parte da cambada que votaria pelo impeachment tirou selfies com ele. Jair Bolsonaro chamou inclusive seu filho, Eduardo, para participar da palhaçada.
Lá, foi convidado a se filiar a partidos e concorrer às eleições municipais. Agradecido, falava que “ia pensar”. Parlamentares petistas eram provocados aos gritos de “Olha o japa! Olha o japa!” Sucesso.
Um deputado estadual paranaense, Ney Leprevost (PSD), recebeu-o para um churrasco em família. Postou fotos no Facebook com a legenda: “Olha quem está nos honrando com sua presença no churrasquinho: o agente Newton Ishii, mais conhecido como JAPONÊS DA FEDERAL. Através deste grande brasileiro, parabenizo a Polícia Federal, a Justiça Federal e a Procuradoria da República pelo combate à corrupção realizado através da Operação Lava Jato”.
Ney Leprevost
Ney Leprevost, família e um convidado muito especial

Na festinha, um grupo de mulheres colocou óculos escuros em sua homenagem e registrou o momento para a posteridade.
Ishii viveu como uma celebridade. Distribuiu autógrafos, deu entrevistas, foi convidado para festas. Um Freddie Mercury prateado da direita.
Os movimentos de extrema direita o santificaram. Kim Kataguiri, do MBL, o amava. Num dos ridículos perfis sobre ele, em que seu currículo na ilegalidade era omitido, filosofou sobre a fama: “Ela tem dois lados. Tem o lado bom, do reconhecimento. O lado das crianças e adolescentes é muito legal”, disse.
“Estamos dando um bom exemplo. Dizem que estão rezando, torcendo para que tudo acabe bem. Isso fortalece o trabalho e nos dá força para continuar. Diminuiu a cultura do país de achar que é melhor levar vantagem em tudo.”
Ishii sabia perfeitamente que estava enganando aquele pessoal. Mas há um aspecto fundamental no teatro: eles queriam ser enganados. Eles faziam questão disso, como num espetáculo de mágica vagabundo.
A ficha suja do sujeito estava no Google. Ele fora detido em 2003 na Operação Sucuri. Junto com outros agentes, liberava a passagem de determinados veículos por quantias que variavam entre 30 mil e 40 mil dólares, segundo o portal Paraná-online.
Em 2009, a condenação.
Newton foi um caso de ilusão coletiva? A plateia foi manipulada?
Não. Enquanto deu para atribuir as notícias dos malfeitos de Newton Ishii ao bolivarianismo, ao comunismo e ao boitatá, ele continuou usando e sendo usado.
Quando foi em cana, ficou insustentável. Caído em desgraça, Ishii agora é renegado por todos os oportunistas que se penduraram nele.
Se a vida fosse justa, ele apareceria na jacuzzi dos bolsomitos e perguntaria: “Mas você sabia, pô! Nem pra dar uma ligada?”
Ele vai entregar seus amigos da Paulista na delação premiada? Segundo a Piauí, Newton Ishii agora já pode ser convidado para o ministério do interino.
Uma farsa que outros farsantes fingiram desconhecer. O Japonês da Federal é Michel Temer por outros meios.

bolsonaro e o japonês japones da federal Captura de Tela 2016-06-08 às 15.47.14
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DCM na TVT: Frota é a cara escarrada do governo Temer


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Carta aberta a Claudia Cruz. Por Paulo Nogueira

Fim de festa
Fim de festa
Cara Claudia:
Não nos iludamos. Você pecou. Você prevaricou.
E ainda assim encontro algumas atenuantes. Você foi formada por duas das piores escolas de caráter que o Brasil jamais produziu.
Uma é seu marido, uma das maiores vocações de roubalheira da história política nacional. A outra é a Globo, onde você trabalhou no início de sua carreira.
Talvez sua alma tivesse resistido a uma dessas influências malignas. Mas às duas era virtualmente impossível. Você teria que ser a Madre Teresa de Calcutá.
Você acabou vítima de algo que um grande economista do passado chamou de consumo conspícuo. Thortein Veblen, norueguês radicado nos Estados Unidos, era o nome dele. Veblen notou o seguinte no comportamento dos ricaços: para eles, não basta ter dinheiro. Era preciso mostrar isso. Por exemplo: em festas milionárias que as madames novaiorquinas ofereciam no aniversário de seus cachorrinhos.
Conspícuo é notável. Consumo notável, portanto.
Veblen explica você, Claudia. Aquelas fotos no Facebook com roupas chiques e sorrisos extravagantes em várias partes do mundo. Você estava dizendo ao mundo, ali: “Eu posso!”
E no entanto você não podia, Claudia. Não, ao menos, pelos meios convencionais. O salário de um deputado não permite tamanho fausto. Você sabia disso, claro.
Para levar a vida que você tinha, alguns complementos eram imprescindíveis. Foi descoberto um depósito de 591 mil reais em sua conta. Quem depositou esta bolada em sua conta foi a Libra, uma empresa de logística beneficiada pelo seu marido num arranjo relativo ao Porto de Santos.
Seu marido não estava sozinho nessa. Também Michel Temer ajudou a Libra. Como disse alguém numa conversa gravada, Temer é Cunha. Cunha é Temer. E ambos são a Libra.
Você postou numa rede social, pouco antes da queda de seu marido, uma declaração de amor a ele. “Amo este homem”, algo assim, numa foto dos dois.
Me pergunto o que a fascinou nele. O carisma, a beleza, a bondade, o charme, a inteligência, a cultura, a integridade, o cosmopolitismo? Não. Eduardo Cunha não tem nenhum desses atributos. Ele não é nenhum príncipe encantado, definitivamente.
Só pode ter sido o oposto de tudo aquilo. A canalhice visceral. A ausência completa de escrúpulos em roubar, enganar e mentir.
Nisto ele é mesmo imbatível. Seu marido conseguiu negar que tinha conta na Suíça mesmo depois que as autoridades suíças entregaram às brasileiras documentos acima de qualquer dúvida.
Era como se ele estivesse dizendo aos brasileiros, indignado: “Vocês vão acreditar nos suíços ou em mim?”
Em que momento o monstro moral que é seu marido se revelou a você? Desde o primeiro encontro? Ele deu um jeito de sair do restaurante no qual jantaram à luz de velas sem pagar a conta, e isso deu a ele ares de heroi para você?
Tantas perguntas, tantas perguntas.
Não acredito que você vai ser presa, no entanto. Este é um país que prende com extrema facilidade José Dirceu, mas não pessoas como você. Mas o resto de sua vida não vai ser tão paradisíaco como os anos anteriores à descoberta, pelos brasileiros, de quem era Eduardo Cunha.
Os fundos infinitos para o consumo conspícuo sumirão. Os bajuladores sempre à espreita dos que têm poder e dinheiro também.
E no entanto você terá uma oportunidade única em sua vida: a de aprender que o dinheiro e as coisas materiais não são a única coisa que importa. Você poderá se tornar uma pessoa melhor. Não é pouco. A segunda parte de sua existência talvez dê algum sentido à primeira.
Não acho que o mesmo possa ocorrer com seu marido. Porque ele é um caso perdido.
Sinceramente.
Paulo
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/carta-aberta-a-claudia-cruz-por-paulo-nogueira/