terça-feira, 16 de abril de 2013

A Anedota do Socialista


“Perguntaram ao Socialista:

- Se você tivesse cinco casas, você daria três delas para quem não tem nenhuma, e ficaria com apenas duas?

O Socialista respondeu prontamente:

- Claro que sim!

Novamente perguntaram:

-  E se você tivesse sete carros, você daria cinco deles para quem não tem nenhum?

- Sim, mas é claro!

- E se você tivesse dez camisetas? Você doaria cinco delas para quem estivesse precisando, e ficaria com cinco?

- Não.

- Não? Mas por que não?

- Porque EU TENHO DEZ CAMISETAS.”

                                               BARTLEBY, O ESCRITURÁRIO – Preferiria Não

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Isso é só o fim

Isso é só o fim

Camisa de Vênus

 


Se o chão abriu sob os seus pés
E a segurança sumiu da faixa
Se as peças estão todas soltas
E nada mais encaixa


Ôh, crianças!
Isso é só o fim, isso é só o fim (2x)


Algo que você, não identifica
Insiste a atormentar
Você implora por proteção
Não sabe como vai acabar


Ôh, crianças!
Isso é só o fim, isso é só o fim (2x)


Ôh, crianças!
Isso é só o fim, isso é só o fim (2x)


Esse calor insuportável
Não abranda o frio da alma
A vida, já não é tão segura
E nada mais me acalma


Ôh, crianças!
Isso é só o fim, isso é só o fim (2x)


Sempre acordam os diabos
E a apressado, vai à lua
Mas mesmo à se acordar, do pesadelo
Continua


Ôh, crianças!
Isso é só o fim, isso é só o fim (2x)


Ôh, senhoras!
Isso é só o fim, isso é só o fim


Ôh, senhores!
Mas isso é só o fim, mas isso é só o fim

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Santa Casa ignora escândalo e mantém contrato de R$ 119 mil mensais com a Neorad

10/04/2013 18:49

Santa Casa ignora escândalo e mantém contrato de R$ 119 mil mensais com a Neorad 

Vinícius Squinelo
 
 
Mesmo com as informações de desvios de verbas públicas reveladas pela Operação Sangue Frio, a Santa Casa de Campo Grande continua com contrato com a Neorad, empresa envolvida nas irregularidades, segundo o Ministério Público Estadual.
O contrato é datado de setembro de 2012, com pagamentos mensais de até R$ 119 mil, o que gera um montante de R$ 833 mil até hoje. Antes, a Santa Casa, que nunca teve um serviço próprio de radioterapia, tinha contrato ativo com o Hospital do Câncer Alfredo Abrão, também em Campo Grande.
Na Operação Sangue Frio foi revelado que O HC pagava 70% a mais do que a tabela do SUS à Neorad, empresa de Adalberto Siufi, então presidente do hospital. Já a Santa Casa garante que paga apenas o instituído pela tabela do SUS, e ainda receberia 4% do valor como contrapartida.
As informações foram prestadas pela diretoria da Santa Casa, em reunião na tarde desta quarta-feira (10), com comissão composta pelos vereadores Zeca do PT, Alex do PT, Waldecy Chocolate e Cazuza, ambos do PP, além de Luiza Ribeiro (PPS).
A reunião foi marcada pela polêmica envolvendo o contrato com a Neorad, e o fato da Santa Casa ter negado uma máquina de radioterapia, doada pelo Ministério da Saúde em 2010. “É tudo muito estranho, mas ainda temos que analisar”, frisou Luiza Ribeiro.
A direção da Santa Casa alega que o alto custo de manutenção física, e de profissionais, inviabiliza a instalação de um setor de radioterapia no hospital, sendo mais barata a terceirização.
Os vereadores Zeca e Alex afirmaram que estranharam a posição do hospital, e que um estudo mais profundo será realizado pelos parlamentares. A mesma opinião de Cazuza e Chocolate.
Operação
A Operação Sangue Frio foi deflagrada no dia 19 de fevereiro, com efetivo de mais de cem policiais e 15 servidores da CGU (Controladoria Geral da União) que cumpriram 19 mandados de busca e apreensão e 4 ordens judiciais de afastamento de servidores no HU, entre eles o diretor Geral, José Carlos Dorsa.
Os crimes investigados são: fraude em licitação, superfaturamento, corrupção passiva, peculato e formação de quadrilha.

Maior hospital de MS enfrenta falta de equipamentos e médicos

10/04/2013 12h11 - Atualizado em 10/04/2013 12h11

Maior hospital de MS enfrenta falta de equipamentos e médicos

Com câmera oculta, produção da TV Morena mostra situação de hospital.
Pacientes são rejeitados na Santa Casa de Campo Grande, diz enfermeira.

Do G1 MS
 

Há dois anos, os telejornais da TV Morena exibiram flagrantes da falta de estrutura para o atendimento emergencial no pronto-socorro da Santa Casa de Campo Grande. Em março deste ano, a reportagem voltou ao local e constatou, com auxílio de uma microcâmera, a situação crítica na assistência aos pacientes.
"O médico não quis nem receber o paciente. Tem médico que recebe, mas tem médico que não recebe". A declaração é de uma enfermeira que, sem saber que estava sendo gravada, contou sobre o caso de um paciente que não recebeu atendimento no setor de cardiologia. Segundo a enfermeira, faltam cardiologistas no hospital desde novembro do ano passado. Além do relato da profissional, há um aviso afixado no mural informando sobre a falta do especialista nas escalas de plantão.
 
Em outra ala do hospital, funciona a Enfermaria de Cuidados Intermediários (ECI), onde permanecem pacientes que saem do Centro de Terapia Intensiva (CTI) e precisam de atenção especializada e contínua. Uma das enfermeiras relata que os profissionais estão sobrecarregados, e acabam atendendo mais pacientes do que o normal.
Outro problema enfrentado na Santa Casa é a falta de equipamentos. "Não temos todas as saídas de oxigênio necessárias para atender aos pacientes. Não temos os monitores que deveria para monitorizar pressão cardíaca, frequência cardíaca, pressão arterial do paciente", relata um profissional. A maioria dos carrinhos de emergência, que devem estar prontos pra uso em todos os corredores do hospital, não conta com desfibrilador.
http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2013/04/maior-hospital-de-ms-enfrenta-falta-de-equipamentos-e-medicos.html
 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Sobre o nosso bom e velho "Professor"

Ontem num relance de um programa de TV da hora de almoço, eu escutei uma mulher defender o profissional “professor” dizendo que por mais que novas tecnologias, “novas metodologias de ensino”, estejam surgindo, nada disso, é capaz de tirar a capacidade de “formação de ser humano”, que a presença de um professor, pode proporcionar. O programa era o da Fátima Bernardes, e falavam sobre aquele professor americano de origem indiana, que tem seus vídeos-aulas, espalhados pelo mundo todo. Esse professor “virtual” representava essas “novas metodologias.”.
Uma vez eu li uma entrevista desse mesmo professor americano, que uma de suas ideias dizia que a escola, deve passar por uma reforma urgente. Pois é uma instituição secular, que praticamente mantém as mesmas principais características. E que isso era muito ruim, mediante tantas transformações que a humanidade vem passando nas mais diversas áreas.
Eu concordo com ele de que a escola tradicional de cada esquina é ultrapassada. Não que ela deva “acabar”, nada disso. Mas ela não pode mais ficar “alheia”, por exemplo, aos meios de comunicação, que já preenchem nossa vida de tal maneira. E/ou a internet. Esse “formato” de escola, com certeza, já está com os seus dias contados.
Sobre a internet mesmo, eu gosto muito de ler que encontro na rede. E acho que eu aprendo bastante com tudo isso.
Mas gostaria de tecer aqui, algumas “alusões”, e até mesmo indagações, que tenho sobre “o professor (a)”. (Figura esta sim, que acredito ser imprescindível na vida de toda e qualquer pessoa. E que nunca deveria “desfalecer”.).
Para começar, eu sempre me lembro do meu professor de História, Nico, do ensino médio, do qual eu gostava muito. Existe um episódio que me lembro como se fosse ontem, onde numa prova, eu dissertei uma questão que ele não considerou alguns de seus aspectos. Depois de entregar a prova com a nota, fui questioná-lo, com a apostila na mão, confirmando o que eu havia escrito, sobre os aspectos que ele não considerou. Ele olhou para mim e me disse com toda propriedade humildemente: “olha, fazia tempo que ninguém ganhava de mim...”. Achei esse momento incrível. Minha nota foi corrigida e aumentada. Acho que foi uma das poucas “vitórias” que tive na vida...
Já os professores do ensino superior, algo que eu gostaria de comentar, é relativo àquele professor que consideramos “o rebelde” da universidade. (não é bem essa palavra “rebelde”, mas não encontrei outra nesse momento...).
Eu acho impressionante que esses professores (as) são aqueles que nos mais “marcam” na lembrança. Na nossa história.
Entre muitas outras coisas, o que mais pode proporcionar quanto temos aula com esse tipo de professor:
Ele nos faz levarmos os assuntos, conteúdos, da universidade, para a nossa casa, família, amigos, ou seja, para fora da sala de aula.
Ele nos faz sentir um pouco mais satisfeitos, talvez mais “firmes”, na escolha do curso que escolhemos. Pensamos: “que legal, que escolha boa que eu fiz para mim. Que “bonita” profissão é essa que eu escolhi. Talvez possa fazer alguma diferença nesse mundo.”.
Ele nos faz pensar: “um dia eu teria tão quanto conhecimento que esse professor...”.
Então, esse tipo professor, além do conteúdo da matéria que o mesmo tem para nos ofertar, existe esse “algo mais” que faz parte do seu processo de ensino-aprendizagem.
São coisas desse tipo, que esse tipo de professor pode nos proporcionar.
Pode até ser, que esse professor “apenas” sirva de inspiração para nós. Seja apenas uma lembrança boa (o que não seria pouco). Pois tudo o que ele de alguma forma nos ensinou, posteriormente, já no “mercado de trabalho” não veremos aplicabilidade alguma, ou por vontade própria mesmo, nem aplicaremos nada.
Um exemplo: as ideias do professor Rubem Alves. Inúmeros professores que saem das palestras ou dos livros dele, após chegarem às próprias residências, ou mesmo nos ambientes educacionais onde labutam, se deparam com realidade totalmente antagônica, das quais havia acabado de refletir com ele. Ele tem uma ideia de que o vestibular deveria acabar. Que as pessoas deveriam ser sorteadas para entrar na universidade. Rubem Alves acredita nisso. E por ele, com certeza, aboliria o vestibular. Ele é um grande humanista. Acredita “piamente” no ser humano. Porém o professor escuta essa ideia do professor Rubem Alves, acha-a muito bonita, evidentemente porque é também um ser humano, mas “volta-se” para a realidade que tem universidade e o seu intacto vestibular. Esse professor vai tocando sua vida, apesar de adorar o que Rubens Alves escreve.  
 
Agora, o outro lado dessa história, sobre esse tipo de professor, é que de alguma forma que eu não sei bem entender, ele é extremamente “vulnerável”. Apesar de ser este professor, um motivo grande de orgulho para muitos, de fazer a diferença, ou mesmo ser a própria diferença, geralmente, quando as coisas “esquentam”, é esse tipo de professor que “paga o pato”.
Eu mesmo me lembro de um grande professor que tive na universidade, chamado Cláudio, que quando começou a surgir as “polêmicas” do curso, ele foi o primeiro a ser mandado embora. As senhoras da “elite” não iam com a cara dele.
Lembrei-me daquele ótimo filme “A ONDA”, onde um professor de uma escola para jovens alemã, faz um experimento ressaltando alguns elementos do “neonazismo” com seus alunos e que em seu final, termina desastrosa e tragicamente.
Mais ordinariamente, se alguma coisa dá errada (como cortes nas “cadeiras” de professores), geralmente é esse professor que terá a cabeça “cortada”.
Como um professor pode em um momento proporcionar tanto “o bem” para um aluno, e em outro momento, gerar um “desconforto” total?
Tentando melhor me fazer entender por outros aspectos. O professor “rebelde” é como aquele que em suas aulas, não “segue friamente” aqueles “slides amarelos” talvez. Ele prefere muito mais o diálogo, a troca, o conhecimento que o aluno já traz consigo. Ele quer construir com o aluno o conhecimento. Ele quase não liga para a ausência desse aluno em sua aula, pois pensa que o aluno já está bem “crescidinho” para saber o que quer da vida. E a nota de prova também quase não tem nenhuma importância. É apenas mais um número chato.
Todavia, e por isso, esse professor frequentemente é culpado por alguns alunos, por não ter dado os conceitos de suas aulas em “esquemas”, ou “listagens”. A justificativa desses alunos, é que não teriam conseguido anotar (absorver) nada em seus cadernos, para “decorar” os conceitos, e tirarem uma nota melhor na prova do final do mês.
Na verdade esses alunos prefeririam mesmo agora (pois foram “domesticados” boa parte da vida para isso) é aquele professor dos conteúdos já “mastigados”, separados em “bloquinhos”. E deixarão de lado aquele outro tipo de professor que citei acima.
Eu tenho saudade dos meus professores.

A fome dos meus filhos / Não será a riqueza dos seus - O CARCARÁ E A ROSA (Povo Brasileiro)

O Carcará e a Rosa (POVO BRASILEIRO) 

Natiruts

 

Ouvindo a música
Sentir o que ela me traz
Uuuuuh! Uuuuuh!
Subo até as estrêlas
Prá entender
Como é que se faz
(Faz!) (Faz!)...
 
 
Para esquecer a dor
Que os meus olhos
Não conseguem ver
Destrua o meu coração
Que estará destruindo você
Uuuuuh! Uuuuuh!...
 
 
Você é filho da terra
Dádiva dada por seu Deus
Uuuuuh! Uuuuuh!
A fome dos meus filhos
Não será a riqueza do seus
Do seus!...
 
 
Oh! Chama que destrói
Corrói o que é belo
Tudo que faz bem
Controle suas palavras
Minha liberdade
Não pertence a ninguém
Mas o amor pode chegar
Iluminar e colorir
Oooooh!...
 
 
Quando um coração
Está cansado de ver
As lágrimas da rosa
Ao ver o espinho morrer
Mas o carcará foi dizer à rosa
Que a luz dos cristais
Vem da lua nova e do girassol...
 
 
Olhe vá em frente
Não se esqueça
Liberdade dentro da cabeça
E a cabeça fora do que há
De mal prá você...
 
 
Olhe vá em frente
Não se esqueça
Liberdade dentro da cabeça
E a cabeça fora do que há
De mal!
Oh! Oh!..

Bancária que ganhava chocolates Talento por não cumprir metas deve receber R$ 50 mil

09/04/2013 - 2:08

Bancária que ganhava chocolates Talento por não cumprir metas deve receber R$ 50 mil
                                                                                                                                                                                    



 http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/

Assédio em forma de piadinha pode sair caro. Uma funcionária do Itaú Unibanco quando não atingia sua meta recebia bilhetes do seu gerente acompanhados de um chocolate Talento ou um pacote de amendoins. Isso gerava constrangimento frente aos colegas a ponto dela ter sido apelidada de “a mulher do amendoim”.
Por conta disso, a 2ª Vara do Trabalho de Florianópolis condenou a empresa a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais no início de abril. Cabe recurso.
A bancária informou que as exigências de captação de novos clientes e comercialização de serviços passaram a ser mais insistentes, de acordo com nota divulgada pela assessoria de comunicação do Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina. Segundo ela, os que vendiam menos eram ameaçados de demissão.
O juiz Marcel Luciano Higuchi Viegas dos Santos discordou da justificativa do gerente, de que a distribuição de comida era uma forma de estímulo, e afirmou que houve cobrança abusiva, uma vez que “as metas bancárias já são estabelecidas em um patamar alto, considerando que a atividade é competitiva por natureza”.
Ainda de acordo com o TRT, o magistrado afirmou que a exigência de metas deve respeitar a dignidade e nunca estar condicionada à permanência no emprego. Para ele, há outras formas de buscar rendimento, como o aumento salarial e o pagamento de comissões.
O número do processo é 3739-61.2012.5.12.0014.