Dentro desses quartos Cheios de armários Nascem movimentos Que estamos por ter Criando abstrações tão raras Que dançam nuas Onde ninguem mais vê
Traga o mundo mais perto De onde você quer chegar Vamos pra rua Vamos pra rua
Gosto de apartamento Mas já é hora de andar Vamos pra rua Vamos pra rua Toque o céu Com as mãos em luzes de neon
Céu e praças, nas sandálias Gozo de sensações Hoje as palavras dão preguiça e mais dispersão E esses pés descalços, valem mil sapatos Samba e sentimento em emancipação Vindos de tão longe Coração adentro e afora Carona pra são paulo, gratidão
Traga o mundo mais perto de onde você quer chegar Vamos pra rua Vamos pra rua
Gosto de apartamento Mas já é hora de andar Vamos pra rua Vamos pra rua
Toque o céu com as mãos em luzes de neon Outro espaço, outros corpos Em carnais espiritusos Sem orgasmos virtuais
Traga o mundo mais perto de onde você quer chegar Vamos pra rua Vamos pra rua Gosto de apartamento
Mas já é hora de andar Vamos pra rua Vamos pra rua
Todo aquél que piense Que la vida es desigual Tiene que saber que no es así Que la vida es una hermosura Hay que vivirla
Todo aquél que piense Que está solo y que está mal Tiene que saber que no es así Que en la vida no hay nadie solo Y siempre hay alguien
Ay, no hay que llorar, Que la vida es un carnaval Y es mas bello vivir cantando Oh oh oh ay, no hay que llorar Que la vida es un carnaval Y las penas se van cantando
Ay, no hay que llorar, Que la vida es un carnaval Y es mas bello vivir cantando Oh oh oh ay, no hay que llorar Que la vida es un carnaval Y las penas se van cantando
Todo aquél que piense Que la vida siempre es cruel Tiene que saber que no es así Que tan solo hay momentos malos Y todo pasa
Todo aquél que piense Que esto nunca va a cambiar Tiene que saber que no es así Que al mal tiempo, buena cara Y todo cambia
Ay, no hay que llorar, Que la vida es un carnaval Y es más bello vivir cantando Oh oh oh ay, no hay que llorar Que la vida es un carnaval Y las penas se van cantando
Ay, no hay que llorar, Que la vida es un carnaval Y es más bello vivir cantando Oh oh oh ay, no hay que llorar Que la vida es un carnaval Y las penas se van cantando
Para aquellos que se quejan tanto Para aquellos que sólo critican Para aquellos que usan las armas Para aquellos que nos contaminen Para aquellos que hacen la guerra Para aquellos que viven pecando Para aquellos que nos maltratan Para aquellos que nos contagian
Uma desmontagem humanizada através de fotografias em Saúde Coletiva*
Haroldo César, 51, é gari há 29 anos no Rio de Janeiro e já escreveu três livros
Haroldo César já dedicou mais de metade da sua vida à profissão de gari. Aos 51 anos, a ocupação, que já exerce há 29, não é apenas fonte do seu salário, mas também inspiração para as histórias e crônicas que conta em seus livros. Desde 2008, ele já lançou três obras, todas de forma independente.
Em entrevista exclusiva ao UOL, o carioca do Engenho da Rainha, bairro do subúrbio, comenta sua paixão pela escrita, que começou em um bar perto de casa, onde se reunia para compor sambas com amigos. E a importância da sua profissão, responsável por, segundo ele, "tudo" que conquistou.
"Infelizmente, o gari é muito mais visto e lembrado na sua ausência. Quando está tudo limpinho, ninguém percebe".
Para Haroldo, as manifestações de 2013 foram grande fonte de inspiração para os profissionais que organizaram a greve durante o Carnaval deste ano, quando a cidade ficou mergulhada em lixo depois que os garis se recusaram a trabalhar, reivindicando aumento salarial.
Compositor de samba, escritor e roteirista, Haroldo ainda tem planos de lançar uma peça de teatro e mais um livro em breve. E continuará como gari, contribuindo com a sua parte para a limpeza da cidade.
UOL: Como surgiu a vontade de escrever um livro? Haroldo César: Foi uma coisa inesperada, apesar de eu ser um amante da arte e da cultura. A minha origem na arte, na verdade, é na composição de samba. Durante muito tempo tive uma birosquinha perto de casa, onde reunia os amigos para fazer samba. O nosso sonho, na época, era gravar um disco. Mas, assim que conseguimos dinheiro para fazer, houve uma dissidência e cada um seguiu o seu caminho. Eu, que não sou músico nem cantor, fiquei perdido. E aí, fiquei naquela, "e agora, faço o quê?".
Júlio César Guimarães/UOL
Capa de livro escrito pelo gari Haroldo César, 51, do Rio
Nesta mesma época minha mulher comprou um computador e comecei a escrever sobre as duas coisas que mais conheço: composição de samba e vida do gari. E aí fui escrevendo, escrevendo e, como não tinha mais aquele compromisso com o samba, consegui terminar o livro "Garimpando Composições" em 2008.
UOL: Além de "Garimpando Composições", você já lançou mais dois livros. Como você faz a publicação? Haroldo: Quando resolvi publicar os livros, tive que fazer uma produção independente mesmo, coloquei a mão no bolso e gastei. Aliás, gastei não, investi e fiz algumas tiragens. Aí, com o material em mãos, comecei a vender. Em 2012, lancei o "Vida de Gari, que são crônicas do dia a dia do gari, de histórias que ouvia dos colegas, ou histórias que criava eu mesmo sobre situações que poderiam acontecer na rotina de trabalho. Este livro foi muito importante para mim, porque me deu uma visibilidade maior. Dei muitas entrevistas para rádio, TV, matérias de jornal. Ele me deu uma projeção grande.
E no ano passado, lancei "Toda família sambista", que é sobre a vida entre uma comunidade e a escola de samba do lugar. As histórias são inspiradas naquilo que eu conheço, na minha base, também moro em comunidade com escola de samba, também sou escritor e compositor. As minhas histórias são ficcionais, mas contam histórias que eu conheço.
UOL: A sua profissão é uma fonte de inspiração para você. O que representa ser gari na sua vida? Haroldo: Ser gari para mim representa praticamente tudo. Eu vou fazer 30 anos na empresa, entrei na função direta de gari, trabalhei por dois anos. Depois fui para o escritório, aí fui fazendo outras coisas. Mas minha vida toda está ligada a esta base, que é o gari. Então, a minha vida toda fiz poesia, música para o gari. Esse universo da limpeza urbana, do gari, é tudo na minha vida, me acompanha desde sempre. O pouco que eu conquistei na vida hoje devo à profissão. Inclusive as histórias que me inspiraram a escrever meus livros e praticamente tudo na minha vida, inclusive na parte profissional, do salário, do sustento da minha família mesmo.
Júlio César Guimarães/UOL
Livro escrito pelo gari Haroldo César, 51, do Rio de Janeiro
UOL: Qual a postura da população em relação à limpeza urbana da cidade? Haroldo: É uma cidade que vive um contraste, de uma equipe de limpeza urbana, uma empresa muito eficiente e rápida, com uma população muito pouco consciente da importância de manter a cidade limpa. É uma contradição. O morador quer manter suas casas limpas, mas a rua, que é de todos, ele não se importa. É uma incoerência. Tem ruas secundárias no subúrbio, por exemplo, que as pessoas insistem em jogar entulho. E tem um projeto na Comlurb que recolhe o entulho de dentro da casa da pessoa de graça, que é o Remoção Gratuita. Mas só que tem algumas normas, como colocar o lixo em sacos pequenos, para que o gari possa levantá-lo e jogar no caminhão. Mas as pessoas não querem saber, querem se livrar do entulho que está dentro de casa de qualquer jeito. Aí, jogam para outra parte, que é também dele, que é a rua. Como está tudo sempre limpinho, eficiente, ninguém percebe o trabalho de gari. Aí, quando para um pouquinho, você rapidamente sente falta. Foi possível ver isso muito bem durante a greve.
UOL: O que achou da greve? Haroldo: Essa greve foi peculiar. Porque tiveram outros períodos em que ficamos recebendo só a inflação, um salário baixíssimo e nunca tinha acontecido esta força e adesão à greve. Acredito que as manifestações que aconteceram em 2013, que mobilizaram muitas pessoas no Rio e no Brasil, foram fonte de inspiração da greve. Essa rapaziada que fez mesmo a greve, que segurou, eles nem eram do sindicato, eles fizeram uma greve na marra, sem base legal, mas ainda assim conduziram a greve, conseguiram, e a gente tem que bater palma. Saíram vitoriosos. Não quer dizer que todo ano vai fazer isso, não é por aí, mas acho que, de uma forma ou de outra, eles conseguiram mostrar para o prefeito a importância do trabalho do gari. E temos que ter melhores salários mesmo.
UOL: Você cita os protestos de 2013 como fonte de inspiração para a greve. Qual a importância, em sua opinião, das manifestações populares? Haroldo: Acompanhei as manifestações do ano passado. Acho que toda a mobilização é válida e foram movimentos que também se mostraram vitoriosos. Os protestos mostraram a força que as pessoas têm quando estão todas juntas. Porque se a gente deixar, as autoridades fazem o que querem. Aumentam aqui, tiram dali, porque acreditam que ninguém vai notar, ligar, se manifestar. Mas quando as pessoas começam a se mobilizar, eles já começam a dar um passo atrás. O povo tem que acordar e quanto maiores e mais pacíficas forem, melhores. O ruim é o quebra quebra. E você viu que a passagem não aumentou e todo mundo sobreviveu, o governo, as empresas... Então, talvez, não tivesse necessidade daquele aumento. E acho que isso inspirou essa rapaziada que segurou a greve. Quando está todo mundo junto, não tem como.
UOL: Quais as maiores dificuldades da cidade atualmente? Haroldo: Como gari, para mim, o problema mais sério que tenho contato e está precisando de uma solução é a questão dos moradores de rua. Até para a questão da limpeza urbana mesmo da cidade. Muitas vezes há uma grande dificuldade, é preciso mover um aparato grande de viaturas, tempo, dinheiro para remover as pessoas de certas localidades e estas pessoas são encaminhados para o abrigo, mas logo saem e voltam para as ruas. Você está trabalhando com pessoas. Quando você trabalha com lixo, você vai lá, tira e não tem mais. Com as pessoas, não é assim. Nós precisamos achar a solução para inseri-los em uma vida social normalmente.
Gari Renato Sorriso declara apoio a colegas grevistas
UOL: E o preconceito com os garis, ainda existe? Haroldo: Sim, existe. O preconceito no caso contra o gari é justamente porque ele é visto como o homem da sujeira, quando, na verdade, ele é o homem da limpeza. E acho que um dos pontos que ajuda a combater o preconceito é justamente o salário. Porque o preconceito em cima do gari é muito pela associação com o subemprego, a pobreza. Antigamente o salário era mesmo muito ruim. Hoje em dia não. A gente ganha a mesma coisa que muitos outros profissionais. E isso mostra que é uma profissão mais valorizada. A motivação da minha geração para entrar na Comlurb já foi outra, de melhorar de vida, de subir dentro da empresa. O preconceito mudou, melhorou bastante. O perfil do gari e da Comlurb mudaram muito para melhor ao longo dos últimos 30 anos. Estou há 29 anos [na empresa] e vi muita coisa mudar. Mas o que não acontece é a gente não limpar. Jamais deixamos de limpar.
Se você acha que tem pouca sorte Se lhe preocupa a doença ou a morte Se você sente receio do inferno Do fogo eterno, de deus, do mal
Eu sou estrela no abismo do espaço O que eu quero é o que eu penso e o que eu faço Onde eu tô não há bicho-papão Eu vou sempre avante no nada infinito Flamejando meu rock, o meu grito Minha espada é a guitarra na mão
Se o que você quer em sua vida é só paz Muitas doçuras, seu nome em cartaz E fica arretado se o açúcar demora E você chora, cê reza, cê pede... implora...
Enquanto eu provo sempre o vinagre e o vinho Eu quero é ter tentação no caminho Pois o homem é o exercício que faz Eu sei... sei que o mais puro gosto do mel
É apenas defeito do fel E que a guerra é produto da paz
O que eu como a prato pleno Bem pode ser o seu veneno Mas como vai você saber... sem tentar?
Se você acha o que eu digo fascista Mista, simplista ou antissocialista Eu admito, você tá na pista Eu sou ista, eu sou ego Eu sou ista, eu sou ego Eu sou egoísta, eu sou, Eu sou egoísta, eu sou, Por que não...
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Papa Francisco critica altos salários e pede maior divisão da riqueza
O papa Francisco criticou nesta quinta-feira os mega salários e grandes bônus, dizendo na primeira mensagem de paz de seu pontificado que são sintomas de uma economia baseada na ganância e desigualdade. Em mensagem para o Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, celebrado pela Igreja em todo o mundo em 1º de janeiro, o papa também pediu uma maior divisão de riquezas entre as pessoas e as nações para reduzir as diferenças entre ricos e pobres.
Evandro Inetti/Xinhua
Papa Francisco, na audiência semanal desta quarta (11); em mensagem de fim de ano, pontífice ataca salários milionários
"As graves crises financeiras e econômicas da atualidade levaram o homem a buscar a satisfação, felicidade e segurança no consumo e nos ganhos fora de qualquer proporção com os princípios de uma economia sólida", disse o pontífice. "A sucessão de crises econômicas deve levar também a repensarmos os nossos modelos de desenvolvimento econômico e a uma mudança no estilo de vida", acrescentou. Francisco, que foi nomeado na quarta-feira pela revista Time a Personalidade do Ano, pediu à própria Igreja que seja mais justa, frugal e menos pomposa, e que esteja mais perto dos pobres e sofredores. A mensagem será enviada aos líderes dos países, organizações internacionais, como a ONU, e ONGs. Intitulada "Fraternidade, a Fundação e Caminho para a Paz", a declaração também atacou a injustiça, o tráfico de seres humanos, o crime organizado e o tráfico de armas, todos apontados como obstáculos para a paz. O estilo do novo papa é caracterizado pela humildade. Ele abriu mão do espaço apartamento papal no Palácio Apostólico do Vaticano a decidiu viver em uma pequena suíte em uma casa de hóspedes do Vaticano. Francisco também prefere andar num Ford Focus em vez da tradicional Mercedes utilizada pelos papas.
Um defensor dos oprimidos, ele visitou a ilha de Lampedusa, no sul da Itália, em julho, para prestar homenagem a centenas de imigrantes que morreram cruzando o mar do norte da África para a Europa.
[Como vou deixar você...] Morô mala como deixar a favela, como deixa a familia, como deixar um filho, como deixar a fé, como deixa a caneta, como deixar o papel, como deixar um sonho, como deixar a brisa, como deixar a vida, [Se eu te amo.]
[Refrão] O sonho de um lutador não desanimou. Mas favela chorou, mas favela chorou. ''Cêis'' não acretida que tudo acontece assim. (Mas favela chorou, mas favela chorou). Favela chorou e isso nunca plantou. (Mas favela chorou, mas favela chorou). No rap honrou, saudades deixou. (Mas favela chorou,mas favela chorou).
[Sandrão] Aqui é a dor de um adepto do tio quem se apresenta, Sabota a saudade dói no coraçao e aumenta. Mas em todo bom lugar nos sentimos sua presença, periferia sua cara sua lembrança e intensa. Um mano hulmide, com atitude seu potêncial ia além, que mostrou com intensidade que respeito é pra quem tem. Iluminoiu mentes confusas em várias partes da cidade, so cultivava os amigos aos milhões sem falsidades. Aqui a alta cúpula é assim, em sua memória, Rajjie também está aqui, suas pikup's contam história. Todos aqui sabem que sabota...é mano eterno e o amor que tu plantou nego e fonte no deserto. Seja no samba, no rap, no ragee todos tem saudades gente escuta e em alto bom som e ainda vive isso é verdade. Vive em ondas sonoras pelo coraçao da gente, favela é sabota que sempre vai estar presente.
[Sabotage] (Aqui é Sabotage...Luta continua...Fiz o melhor que pude...Sabotage... Onde que está, esteja, vai estar protegido).
[Refrão] O sonho de um lutador não desanimou. (Mas favela chorou, mas favela chorou). ''Cêis'' não acretida que tudo acontece assim. (Mas favela chorou, mas favela chorou). Favela chorou e isso nunca plantou. (Mas favela chorou, mas favela chorou). No rap honrou, saudades deixou. (Mas favela chorou,mas favela chorou).
[Celo X] E dj Rajjie, sabota deixou saudades. Suas rimas, suas levadas tipo revolucionou. Quem ouviu tio, sentiu se emocionou, marcou ficou na mente só ideia quente. Rap é compromisso num é viagem, represente aí moleque não se esquece guarde na mente, eternamente. Salve salve brooklyn sul, salve salve canão, guerreiro sabotage daquele jeito hulmidão. não SE rendeu a grana, não SE empolgou com a fama, valorizou até o final todos aqueles que o amam. Não deixou por nada sua vida sua quebrada, Bem visto pela RAPA, o espelho pra pivetada.CARA. Em força triste, simples, hulmide, pelas vitórias conquistadas mereçe um brinde. Carismático com um trágico final, o corpo amorteceu o espírito é imortal. Dj Rajjie estamos no mundão só de passagem, num bom lugar pode acretidar Sabotage. Por aqui vários veneno passou, nunca desanimou, o sonho de gravar realizou. Fez vários amigos, fez seu próprio estilo, o talento reconhecido, por todos aplautido. Prêmio Hutuz 2002 guerreiro Sabotage, revelaçao do ano melhor personalidade. O neguin era problema, representou no cinema, no carandiru, no invasor sempre valorizou.. é os espaços que conquistou Celo X citou o tio representou.
[Refrão] O sonho de um lutador não desanimou. (Mas favela chorou, mas favela chorou). ''Cêis'' não acretida que tudo acontece assim. (Mas favela chorou, mas favela chorou). Favela chorou e isso nunca plantou. (Mas favela chorou, mas favela chorou). No rap honrou saudades deixou. (Mas favela chorou,mas favela chorou).
[Sabotage] Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo
Meu mano sabotage, saudade me persegue.
Rap e compromisso esse é meu hino que me mantém vivo .
Bem que deu saudade, esse nome.
Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo
Tô aqui sabotage.
Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo.
Favela do canão,[BROOKLYN] Sabotage.
Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo
Essa é a sigla...AEE
Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo
Uanderson, thamires, larrisa, meus meus filhos.
Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo
No brooklin tô sempre ali, pois vou seguir com Deus em fim.
Rap é compromisso, esse é meu hino que me mantém vivo